"“Não chegámos lá.” Encontro entre Trump e Putin acaba sem perguntas dos jornalistas e sem qualquer acordo em relação à Ucrânia. Foram três horas de reunião, mas nenhum acordo foi encontrado para o problema que levou Putin e Trump a reunirem-se no Alasca: a guerra da Ucrânia. Não há data para uma nova reunião, apenas um pedido do Presidente russo para que se realize em Moscovo. A relação entre os dois presidentes pode ter saído reforçada, mas para a Ucrânia nada mudou para melhor."
Se alguma coisa existe, ela não deixa de existir só porque gostamos ou não gostamos. O que é, e o que não é, não é. O povo ucraniano estava céptico. Não sou ucraniano e não vivo diretamente as suas mágoas e angústias, mas eu tinha a certeza que o resultado seria nulo. Não iriam resolver nada. Não é preciso ser génio para saber e compreender muitas realidades. O senhor Zelensky é um canalha, tal como o é Trump e Putin. São três canalhas a fazer sofrer e a matar russos e ucranianos. Zelensky disse que Putin não estava interessado na paz. Mas, Zelensky sabe muito bem que Trump também não está. E nem o próprio Zelensky está interessado na paz. Parece estúpido, mas é a verdade dos factos. Actualmente a verdade parece sempre estúpida.
ResponderEliminarTrump não quer o fim da guerra, porque o dinheiro da União Europeia deixaria de alimentar a máquina de guerra americana. Putin não quer a paz e prefere a guerra porque assim se pode perpetuar no poder de forma inquestionável e sabe que, sendo mais poderoso que a Ucrânia, vai acrescentando uns metros de terreno para a sua Rússia. Também ganha a indústria das armas russa.
Zelensky não quer a paz pela mesma razão de Putin: perpetuar-se no poder e poder continuar a alimentar a máquina da corrupção ucraniana. Comum aos três canalhas é o dinheiro, o lucro e o poder. Os três simulam a paz, os três encenam um teatro de mentira onde os verdadeiros atores, vitimas desta guerra absurda, são o povo russo e o povo ucraniano. Os jovens que morrem às centenas de milhar.
Para embelezar a tragédia temos a União Europeia a atuar como cúmplice e como cobardes sem voz. Tal como em Gaza.
Que tempos, caro Agostinho.
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