É uma obra-prima este filme do iraniano Jafar Panahi. É um nível elevado de cinema. Questiona de forma brilhante a misoginia, o fundamentalismo religioso e o árduo desafio que é fazer filmes no Irão. Recordo que o inesquecível realizador iraniano Abbas Kiarostami denunciou, em Cannes e em 2010, a prisão política, no Irão, de Jafar Panahi. São filmes que dificilmente chegarão ao grande público sem a RTP2.
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Os fundamentalismos são uma porra!... as religiões também, ou o que fizeram delas. Acho que temos por cá disso quanto baste e há 50 anos não era muito menos perigoso passar por Quintanilha ou por Vilar Formoso. Parece que seria tudo bem mais pacífico sem fronteiras, mas dizem que é impossível. Não sei se acredite.
ResponderEliminarTambém não sei se acredite, Agostinho. Mas a natureza humana é o que é.
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