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domingo, 26 de junho de 2011

foi engavetado?

 


 


Há muito que nasceu uma célebre designação: o PS foi engavetado. Os tempos mais recentes aceleraram essa condição e os silêncios cúmplices evidenciaram-se. É a prova provada de que a dureza da verdade se deveria sobrepor aos interesses de ocasião e ao jogos florais e coreográficos. A história das últimas décadas ficou marcada pela veneração à desregulação dos capitais. A vertigem da capitalização inebriou os denominados socialistas democráticos que argumentavam com o perigo dos totalitarismos colectivistas. Os orçamentos da Educação não fugiram a isso e em Portugal também. Basta estudar o contributo de linha da frente do PS português para os devaneios da privatização de lucros como uma fuga ao dito despautério do pensamento de esquerda. A refundação da esquerda passa por conseguir gerir bem sem benesses ilimitadas e por servir mesmo os interesses da nação.


 


Mário Soares defende que o PS "tem de ser refundado" e "ter política a sério"

sexta-feira, 17 de junho de 2011

teleponto

 


 


Mário Soares advoga uma grande separação de águas no PS e uma refundação política e ideológica como factor de sobrevivência; demorou demasiado tempo. Não sou militante do PS, nem de qualquer outro partido político, mas votei várias vezes nos seus candidatos e fi-lo também em 2005. Não sabia quem era José Sócrates. Tinha acabado um mergulho de 15 anos em gestão escolar e não tinha grande tempo para esse conhecimento. Confiei na história do partido. Nessa fase, e mesmo depois disso, o PS convidou-me para intervenções em algumas convenções e para reuniões com deputados e com as estruturas locais. Não me podem acusar de não ter avisado e com tempo.


 


Parece que o PS quer encetar um novo tempo. O que pretende Mário Soares, que diz que desta vez há a vantagem dos candidatos serem inteligentes, experientes e honestos, vai depender da aprendizagem da lição. Os mais sócrates, digamos assim, não podem passar a anti-sócrates num piscar de olhos. É demasiado o descrédito.


 


Talvez tudo comece com a nova chefia. Olhando a partir da Educação, podemos dizer que José Seguro ouviu os professores mas que depois se remeteu ao silêncio nos momentos mais críticos. Francisco Assis foi o próprio teleponto e chega a impressionar, tal a velocidade com que debita e articula ideias de forma precisa e sem qualquer engasgo ou redundância; ao fim de um minuto o receptor sente-se bombardeado por um palavreado que fica sem sentido. O plástico do teleponto teve o seu tempo e parece-me que as lideranças se afirmam em pessoas normais.


 


Mário Soares. "O PS tem de fazer uma grande separação de águas"

quinta-feira, 16 de junho de 2011

da blogosfera - octávio v. gonçalves

 


 


Como se pode ler neste post do Octávio Gonçalves, Mário Soares disse à revista Visão uma coisa impensável há uns tempos atrás: os actuais candidatos ao PS têm a vantagem de serem pessoas inteligentes, experientes e honestas.