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terça-feira, 23 de junho de 2015

o eufemismo "palavra de Crato" vale quantos minutos? (exercícios de memória)

 


 


 


 Da saga dos mitos urbanos:


 



O professor colocado a 12 de Setembro na BCE a 300 Kms de casa, ouviu as garantias do ministro, pagou os dois meses de aluguer da casa, matriculou os dois filhos pequenos perto da nova escola e hoje disseram-lhe que passasse nos serviços administrativos. O assistente administrativo, e talvez para aligeirar o ambiente, sentenciou: "O professor tem que assinar este papel de despedimento".


Não gosto de fulanizar, mas, que raio, há coisas que são sei lá o quê. A pessoa que ontem tomou posse e que assinou esta sentença é militante do PSD. Contudo, em 2010 andava pelo "Novo Rumo" do PS.


A confiança dos professores na palavra do MEC desceu a um grau impensável. Já nem um contrato para um ano consegue um mês de garantia.


 


Post de 3 de Outubro de 2014.



 


 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

de descida em descida

 


 


 


 


 



Se Portugal é o país europeu com maior aumento de licenciados na área das ciências (segundo um relatório da rede Eurydice sobre o ensino das competências chave na Europa e que dá conta que a percentagem passou de 17 para 25 entre 2001 e 2010) é porque o sistema escolar de 1990 a 2005 teve um desempenho de elogiar (até porque os indicadores estão certificados). Já se sabe que Lurdes Rodrigues e Nuno Crato, com tantas qualificações para manipular e tergiversar, dirão que são alunos nascidos depois de 2005.




Se somarmos as políticas de Lurdes Rodrigues aos achamentos essenciais de Nuno Crato, teremos motivos para temermos mais inferno. Se não invertermos a rota, os números do futuro próximo mostrarão um país em franca regressão.




O relatório tem também um lado cómico quando confronta o eduquês I contra o eduquês II:




"(...)na última década todos os países procederam a revisões do currículo educativo com vista a aproximá-los dos conceitos de competências-chave. Em Portugal, uma das primeiras medidas do actual ministro Nuno Crato foi, pelo contrário, o de revogar o documento que desde 2001 norteava ao ensino básico, pondo fim ao conceito das chamadas “competências essenciais”.(...)"