O momento em que o Mário Carneiro usava da palavra no coreto da Amora.
Depois de identificar as nefastas políticas que têm destruído a escola pública,
centrou a sua intervenção na avaliação do desempenho.
Não sou dado a multidões, embora as históricas manifestações de professores me tenham exaltado a alma. As concentrações de professores dos últimos tempos não têm ultrapassado a centena de participantes (com excepção do Campo Pequeno), mas as atmosferas são um bálsamo que jamais esquecerei. Tento não faltar para também homenagear a generosidade e a dignidade de quem as organiza.
Voltou a ser assim na Amora. A noite de ontem foi muito significativa, como tinham sido as concentrações de Sintra e das Caldas da Rainha. A organização do blogger Mário Carneiro, e do seu núcleo de colegas e amigos (as imagens deste post, são da responsabilidade desse núcleo), está de parabéns e reforçou a ideia que na génese desta longa luta está a dignidade profissional e a defesa da democracia. Entre as várias dezenas de professores, notou-se a persistente presença dos elementos da APEDE. O Ricardo Silva, o António Ferreira (nosso companheiro de viagem), a Cristina Didelet, a Isabel Parente, a Marta Silva e outros mais têm fortes razões para não conjugar o verbo desistir.
Um grupo de resistentes exibia
os cartazes elaborados pela organização.
Cristina Didelet, Maria do Céu Rodrigues, António Ferreira, Mário Carneiro e Paulo Prudêncio
numa fase de planeamento estratégico, num dia cuja data poderá ser simbólica.
Tudo muito claro. Também por isso, o elevar como título.