A infantilização da profissão docente não tem fronteiras, como já se suspeitava.
Há tempos exasperei-me com uma proposta do grupo de trabalho do SPGL que propunha uma espécie de guião para um "porta-folhas".
Intitulei o post de "o eduquês é a letra dos entendimentos". Nem queria acreditar numa coisa daquelas. Entendi, e entendo, que uma proposta do género explica muitas coisas.
Considero esta ideia de normalizar os "porta-folhas", e afins, claro, a mais completa desautorização dos professores e a inacreditável infantilização da sua actividade.
Recebi um pequeno vídeo que tem cerca de 3 minutos. Veja com atenção. Repare nos detalhes.
Ora clique.
Lendo o Decreto Regulamentar, não pedem portfólio.
ResponderEliminarNão sei quem teve a ideia.
Na minha escola não me pediram tal coisa
Quem defende uma avaliação por portfólio é o Ramiro Marques. Li no blog dele.
A sério? Há quem defenda uma avaliação por portafolhas para além do tal grupo de trabalho do SPGL e de algumas escolas de antanho?
ResponderEliminarFrancamente.
Abraço.
Se se der ao trabalho de pesquisar no blog dele, encontrará por lá essa teoria.
ResponderEliminarObrigado pela informação, mas não vou à procura disso. Francamente, interessa-me pouco os argumentos que ajudem a defender uma solução como essa.
ResponderEliminarMas haverá, claro, defensores da ideia. Até no caso que relatei. Mas já se sabe: o eduquês é uma industria que move milhões e é um muro tão difícil de derrubar como o de berlim. Tem tentáculos gigantescos e espalha-se até pelos sítios mais inocentes.
Cumprimentos.