sexta-feira, 28 de novembro de 2008

infantilização sem fronteiras

 


 


A infantilização da profissão docente não tem fronteiras, como já se suspeitava.


 


Há tempos exasperei-me com uma proposta do grupo de trabalho do SPGL que propunha uma espécie de guião para um "porta-folhas".


 


Intitulei o post de "eduquês é a letra dos entendimentos". Nem queria acreditar numa coisa daquelas. Entendi, e entendo, que uma proposta do género explica muitas coisas.


 


Considero esta ideia de normalizar os "porta-folhas", e afins, claro, a mais completa desautorização dos professores e a inacreditável infantilização da sua actividade.


 


Recebi um pequeno vídeo que tem cerca de 3 minutos. Veja com atenção. Repare nos detalhes. 


 


 


Ora clique.


 


 


4 comentários:

  1. Lendo o Decreto Regulamentar, não pedem portfólio.

    Não sei quem teve a ideia.
    Na minha escola não me pediram tal coisa

    Quem defende uma avaliação por portfólio é o Ramiro Marques. Li no blog dele.

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  2. A sério? Há quem defenda uma avaliação por portafolhas para além do tal grupo de trabalho do SPGL e de algumas escolas de antanho?

    Francamente.

    Abraço.

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  3. Se se der ao trabalho de pesquisar no blog dele, encontrará por lá essa teoria.

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  4. Obrigado pela informação, mas não vou à procura disso. Francamente, interessa-me pouco os argumentos que ajudem a defender uma solução como essa.

    Mas haverá, claro, defensores da ideia. Até no caso que relatei. Mas já se sabe: o eduquês é uma industria que move milhões e é um muro tão difícil de derrubar como o de berlim. Tem tentáculos gigantescos e espalha-se até pelos sítios mais inocentes.

    Cumprimentos.

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