Iniciámos ontem a nossa presença nos concertos de jazz da 12ª edição do Festival de Valado de Frades, organizado pela Biblioteca de Instrução e Recreio.
O quarteto de Desidério Lázaro, aqui, presenteou-nos com um conjunto de temas ainda não gravados em estúdio. Foi um concerto muito interessante e com temas variados.
Desidério Lázaro pareceu-me um excelente saxofonista e esteve muito bem acompanhado. O quarteto ofereceu uma boa harmonia e surpreendeu-me num tema mais veemente e recheado de uma eléctrica energia global, digamos assim. Refiro-me mais propriamente ao "fucking burocracy" (e escusam de dizer que eu continuo muito sensível à ideia de derrube da burocracia inútil) que quase que me encheu as medidas. Para o concerto ser completamente conseguido, e na minha muito modesta opinião, faltou aos músicos a eliminação de alguns momentos mais distendidos que deram a ideia que estavam ali porque sim; e percebeu-se que não estavam.
Foi uma noite muito bem passada. Antes do concerto, jantámos na Foz do Arelho no renovado "Adamastor". Por motivos vários, andamos muito virados para peixe e grelhados. E o "Adamastor" está um "must" nessas e noutras coisas, com um serviço muito atencioso e a bons preços; e tem aquela vista soberba sobre a Foz e um ambiente muito acolhedor.
De tudo o que falas neste post, só não conheço Desidério Lázaro. Tenho pena.
ResponderEliminarMas conheço Valado de Frades, a burocracia e o Adamastor.
Gostei de saber que o Adamastor melhorou e pelos vistos, muito. Desde aquele célebre jantarinho, nunca mais lá voltei.
Quanto à burocracia, Paulo, não te esqueças que a sua existência em quantidades industriais, acompanhada de muuuiiitas reuniões é condição essencial para MUITO BOM na Avaliação Externa!
E não é qualquer "saloio" que o consegue!