quarta-feira, 15 de julho de 2009

amarcord

 


 


As noites de cinema do pequeno auditório do CCC Caldas da Rainha, às segundas-feiras, continuam a apresentar filmes de culto. A última escolha foi o célebre "Amarcord" de Federico Fellini. Não me lembrava se já o tinha visto e saí com a mesma incerteza. Foi uma noite muito bem passada. As duras cadeiras e a ausência de ar condicionado exigiram alguma resistência para uma fita de mais de duas horas. Mas valeu.


 


Pode ler no site do CCC Caldas da Rainha, aqui, uma sinopse que também colo de seguida.


 


"Uma das obras-primas de Federico Fellini, numa cópia nova, evoca a sua infância em Rimini, nos anos 30, com uma combinação de realismo e de fantasia, ora cómica, ora comovente, ora dramática, ora irreal - ou tudo ao mesmo tempo.

"Amarcord" funde as palavras-chave do filme: "amar» e «recordar".

É o "eu lembro-me" de Federico Fellini, num acto de recordação/reinvenção, entre a fantasia e a realidade, da adolescência do mestre italiano, retrato irónico e carnivalesco da Itália provinciana dos anos 30 na iminência da II Grande Guerra.



Numa pequena vila na costa do Adriático, Titta é um jovem que cresce sufocado pelo ensino católico, pela ordem fascista e por uma atmosfera familiar opressiva. Entre o sonho e a realidade. Titta vai vivendo uma série de momentos que ficarão, para sempre, como recordações indeléveis: a passagem do transatlântico Rex, o rali das Mil Milhas, a morte da mãe, etc.



Amarcord ganhou o Óscar de melhor filme estrangeiro. Considerado pela crítica como genial, é a combinação perfeita de algumas das mais peculiares componentes do universo felliniano."


 


 


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