
"(... ) O senhor de Guermantes cumprimentava no pátio dois casais que eram mais ou menos próximos do seu mundo: uns primos seus, que, tal como os casais de operários, nunca estavam em casa para tratar dos filhos, porque a mulher saía logo de manhã para a "Schola", para aprender contraponto e fuga, e o marido para o seu atelier, onde fazia escultura em madeira e cabedais martelados, (...)"
Marcel Proust,
"Em busca do tempos perdido",
tradução de Pedro Tamen,
volume 3, página 32.
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