As pessoas que ainda governam a Educação iniciaram funções com um objectivo: reduzir despesas para contribuir para a diminuição do défice das contas públicas; e conseguiram-no. Terminaram com as reduções da componente lectiva dos professores para o exercício de cargos nas escolas, com uma ou outra excepção, e abreviaram em 20 mil o número de professores.
Quatro anos depois o défice das contas públicas é objectivamente mais elevado e a exigência de rigor redobra (ou não?). Mas há eleições. E isso sobrepõe-se a tudo e mais alguma coisa: as ditas reduções da componente lectiva (e nem questiono a sua justiça ou injustiça) regressam e com toda a força.
Desculpe Paulo. O comentário "pouca vergonha e tanta falta de critério" era para este texto e não para o outro. Se puder apagar no outro, agradeço. Obrigada.
ResponderEliminarÉ uma babilónia. Ninguém se entende. Cada agrupamento tem um critério diferente e em muitos casos sem qualquer transparência.
ResponderEliminarViva Maria.
ResponderEliminarParece-me que se percebeu. Não gosto de apagar comentários
Pode ser assim?