terça-feira, 8 de setembro de 2009

reduções, eleições e...

 



Foi daqui. 


 


 


 


 


As pessoas que ainda governam a Educação iniciaram funções com um objectivo: reduzir despesas para contribuir para a diminuição do défice das contas públicas; e conseguiram-no. Terminaram com as reduções da componente lectiva dos professores para o exercício de cargos nas escolas, com uma ou outra excepção, e abreviaram em 20 mil o número de professores. 


 


Quatro anos depois o défice das contas públicas é objectivamente mais elevado e a exigência de rigor redobra (ou não?). Mas há eleições. E isso sobrepõe-se a tudo e mais alguma coisa: as ditas reduções da componente lectiva (e nem questiono a sua justiça ou injustiça) regressam e com toda a força.

3 comentários:

  1. Desculpe Paulo. O comentário "pouca vergonha e tanta falta de critério" era para este texto e não para o outro. Se puder apagar no outro, agradeço. Obrigada.

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  2. É uma babilónia. Ninguém se entende. Cada agrupamento tem um critério diferente e em muitos casos sem qualquer transparência.

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  3. Viva Maria.

    Parece-me que se percebeu. Não gosto de apagar comentários

    Pode ser assim?

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