quarta-feira, 18 de novembro de 2009

outro degrau da mais elementar justiça

 



Foi daqui.


 


 


 


 


Avaliação: Falha de entrega de documentos sem penalização


 


"Os professores que não entregaram os elementos de avaliação não serão penalizados, declarou hoje o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (FENPROF), Mário Nogueira.


«Foi-nos dito que a ministra da Educação iria actuar para que não houvesse penalizações aos professores em relação ao primeiro ciclo (de avaliação)», relatou Mário Nogueira, após uma reunião com o secretário de Estado adjunto e da Educação, Alexandre Ventura.


O Governo retomou hoje o diálogo com as estruturas sindicais, tendo apresentado o calendário negocial relativo ao Estatuto da Carreira Docente e ao modelo de avaliação."


 

5 comentários:

  1. A força da razão
    Há uns meses escrevi um comentário indicando que a razão tem muito força. De facto é impossivel fazer qualquer pseudo-reforma quando uma classe inteira está contra essa falsa reforma. Por outro lado este modelo de avaliação perverso, inventado por Maria de Lurdes e companhia, com o acordo tácito do Eng. Socrates apenas tinha um objecetivo: limitar a subida nos escalões aos Professores (ou seja impedir a normal progressão na carreira). Um modelo perverso porque colocava profs sem qualquer competência avaliar colegas. Um modelo perverso burocrático que não avaliava nada, aliás vej-se o resultado das avaliações e indague-se quais os resultados e como os Profs foram avaliados. De resto o que mais me surpreendeu é a quantidade de invejosos e gente mesquinha que existe em Portugal, numa espécie de catarse fruto da situação em que o Pais vive, escolheu-se um bode expiatório para descarregar as frustrações e mal formações, ou seja os Professores. Se realmente esta gente estivesse interessada na educação, inteirava-se da vida escolar dos seus educandos, preocupava-se com uma educação de qualidade, com mais oportunidades para os seus educandos, por isso a razão tem muita força:)

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  2. Depois de quatro anos de flagelo em matéria educativa (Estatuto docente e dos alunos concebidos sem diálogo, avaliação burocrática, tipo funcionário de carimbo,etc), cumpre reformar o próprio sistema inquinado pelos facilitismos tipo licenciaturas da Independente, e são as novas oportunidades, os EFAS e outras charlatanices, como se as passagens administrativas correspondessem à aquisição de competências e conhecimentos. A era Maria de Lurdes penso que passou, o país pouco lhe pode agradecer (a ela que foi a pior ministra da educação desde a Monarquia Constitucional), mas os efeitos das suas políticas ainda vão ajudar a cavar mais o fosso entre Portugal e os países avançados da Europa.

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  3. da mais elementar justiça.

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  4. Prof. que não quer esta avaliação19 de novembro de 2009 às 00:10

    Como nesta 5ª feira a avaliação vai estar em discussão no parlamento, o governo resolveu antecipar-se, com alguns bónus nesta ronda com os sindicatos.

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