sexta-feira, 20 de novembro de 2009

querem ver que ainda acabamos carregados de elogios

 



Foi daqui.


 


 


 


 


Sabe-se como a "Obamamania" atingiu as nossas campanhas eleitorais. Para não se cair no ridículo, lá se disfarçou a intenção. Também se conhece a generalizada alergia dos sectores da Educação das nossas organizações políticas aos blogues de professores. Mas se dermos visibilidade às notícias como a que pode ler a seguir, até pode ser que a atmosfera mude.


 


 



Obama homenageia "coragem" dos 'blogger' cubanos


 


 


"Obama homenageia a "coragem" dos 'blogger' cubanos e apela ao governo de Raul Castro para permitir um "acesso ilimitado" à Internet e à informação em resposta a um questionário divulgado hoje no mais célebre 'blog' cubano.



Obama alerta igualmente que o estabelecimento de uma "relação mais normal" com o governo cubano "exige uma acção" deste a favor dos direitos e liberdades, segundo as respostas a um questionário que lhe foi enviado pela 'blogger' cubana Yoani Sanchez, recompensada com numerosos prémios na Europa e nos Estados Unidos.(...)"



 


 

3 comentários:

  1. Agora é que são elas.
    Alguns directores viveram, nos últimos dois anos, verdadeiros momentos de glória. De glória tiveram muito, de verdadeiros… muito pouco. Estavam eleitos quando surge um governo que lhes deu poder para tudo e para nada. Depressa se dividiram, de um lado os que se colocaram do lado da escola, dos professores e da serenidade, convocaram reuniões gerais, apoiaram os colegas na recusa de entregar os objectivos individuais, demonstraram a inexequibilidade do processo, uniram-se em reuniões de directores e provaram que é possível gerir e defender a qualidade da escola pública.
    Do outro lado os que defenderam a sua pele, abandonaram as reuniões gerais, fizeram da avaliação a sua bandeira, pressionaram a entrega de objectivos, atemorizaram e usaram a avaliação para castigar alguns colegas. É claro que quem dedicou dois anos de vida a fazer cumprir uma legislação absurda e impraticável, não deixou espaço para a aplicar de forma justa, não cumpriu religiosamente os procedimentos, criou animosidade, mal-estar, revolta calada e muitos sofrimentos.
    Eis que, os pais da avaliação não resistem, perdem a maioria absoluta, defendem a sua pele e, ao ser empossados, se preparam para deixar cair bandeiras como a divisão da carreira e a própria avaliação. Neste contexto, os directores que defenderam as suas medidas vivem momentos difíceis. Não cumpriram prazos, nomearam os titulares para avaliadores mesmo reconhecendo a sua incompetência, fizeram a avaliação à pressa e com consistência duvidosa. Aos olhos de observadores mais atentos os processos e a forma não pareciam muito claros, nem muito sérios. Mesmo que o fossem isso não transparecia. Mas… “à mulher de César não lhe basta sê-lo, tem que parecê-lo”, e não pareceu.
    Os momentos difíceis estão só no início. A classificação atribuída pelos avaliadores da componente pedagógica foi absurda, incongruente e, para os conhecedores das escolas, pouco séria. Por sua vez, os directores em vez de afixarem a avaliação de forma pública, fazem-na distribuir por subalternos e nem assinam o documento. Também não parece sério.
    Agora é que são elas, os professores avaliados podem ter verdadeiros momentos de glória. Podem reclamar de tudo isto e mostrar que não vale tudo, em matéria de Educação.

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  2. Non ou a vã glória de mandar

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