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domingo, 29 de novembro de 2020

Os Dilemas das Redes Sociais e a Cidadania

Obama, na entrevista publicada pela revista do Expresso, resume um dos dilemas da utilização das redes sociais: dá ideia que o exercício da cidadania nunca foi tão inclusivo e alargado, mas também se fica com a sensação que está cercado por desinformação e fanatismos.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Livro de Richard Thaler - "Nudge"

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Uma entrevista muito interessante aqui.



"(...)Steve D. Levitt, economista e coautor de Freakonomics, foi um leitor entusiasta: "Adoro este livro. É das poucas obras que li nos últimos tempos que mudou, de forma fundamental, a maneira como penso sobre o mundo."(...)"



Do Freakonomics 


2ª edição.

domingo, 8 de setembro de 2019

"Nudge" - Livro de Richard Thaler

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Uma entrevista muito interessante aqui.



"(...)Steve D. Levitt, economista e coautor de Freakonomics, foi um leitor entusiasta: "Adoro este livro. É das poucas obras que li nos últimos tempos que mudou, de forma fundamental, a maneira como penso sobre o mundo."(...)"



Do Freakonomics 

terça-feira, 17 de julho de 2018

"Nudge" - Um livro de Richard Thaler, Nobel da Economia 2017

 


 


 


Uma entrevista interessante aqui. (Outubro de 2017)


 



"(...)Steve D. Levitt, economista e coautor de Freakonomics, foi um leitor entusiasta: "Adoro este livro. É das poucas obras que li nos últimos tempos que mudou, de forma fundamental, a maneira como penso sobre o mundo."(...)"


 



Do Freakonomics 

sábado, 23 de dezembro de 2017

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

"Nudge" - um livro de Richard Thaler, Nobel da economia 2017

 


 


 


Uma entrevista muito interessante aqui.


 



"(...)Steve D. Levitt, economista e coautor de Freakonomics, foi um leitor entusiasta: "Adoro este livro. É das poucas obras que li nos últimos tempos que mudou, de forma fundamental, a maneira como penso sobre o mundo."(...)"


 



Do Freakonomics 


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quarta-feira, 14 de junho de 2017

da dignidade e do politicamente incorrecto

 


 


 (Parece que esta notícia ainda não se confirmou)


 


Os novos campeões da "NBA quebraram a tradição": disseram um "não", por unanimidade, a Trump. Não existirá a habitual recepção do Presidente aos vencedores. É uma decisão interessante num mundo ocidental a transbordar de hipocrisia. Como estaria a democracia se cada cidadão tivesse a mesma dignidade?


 


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sexta-feira, 26 de maio de 2017

E é isto

 


 


 


Entrei na sala, para uma acção de formação sobre avaliação, e vi uma fotografia repetida em cima de cada mesa com a seguinte imagem: um rapaz a abraçar uma árvore. O formador solicitou a um porta-voz por grupo que enunciasse as conclusões após uns minutos de análise. Desde o amor pela natureza a uma genética abençoada, foi um rol de virtudes. O formador sentenciou: um rapaz a abraçar uma árvore e ponto final. Não voltei a encontrar um modo tão significativo de começar uma acção de avaliação. E o que é que me levou a este post trinta anos depois da referida acção? As fotografias com sorrisos, ou cara séria, que envolvem Obama, o Papa Francisco, o Trump e por aí fora, e com análises políticas que são de imediato contraditadas com mais imagens. E nem os OCS de referência escapam, como se comprova na imagem seguinte que acompanha um tratado sobre um aperto de mão entre Macron e Trump:


 


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terça-feira, 8 de novembro de 2016

do dia seguinte

 


 


 


Sabemos que a diplomacia internacional se exerce no espírito das guerras. Podemos dizer o mesmo de algumas campanhas eleitorais. A eleição presidencial nos EUA é sempre disputada. Obama concretizou um momento histórico inesquecívelmas o tempo em exercício foi insuficiente para "resolver" a grave situação que encontrou no médio oriente. O pragmatismo das campanhas eleitorais tem exigências, mas gostaria que o dia seguinte não continuasse a alimentar a indústria do terror. No caso da desejada, e esperada, vitória de Hillary Clinton, espera-se que o Partido Republicano ouça as suas vozes democratas.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

segunda-feira, 29 de junho de 2015

e se em vez de Obama?

 


 


 


E se em vez de Obama os EUA tivessem um presidente no modelo Bush, George com W pelo meio e aconselhado por um Rumsfeld que voltaria a condecorar Portas na primeira oportunidade?


 


Podemos acreditar que Tsipras e Varoufakis já estavam acusados da concepção de armas de destruição maciça e que Merkel (acho que Cameron continuaria desalinhado), Rajoy e Passos jurariam que viram as provas. O português acusaria os cépticos de viciados em mitos urbanos.


 


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domingo, 25 de janeiro de 2015

O lado simbólico da vitória do Syriza

 


 


 


 


Tudo indica que o Syriza vencerá com maioria absoluta. Recordo-me da "impensável" vitória de Obama e dos fantasmas que transportava. Há um lado simbólico emocionante nestas vitórias. E, já agora, Obama deixará, apesar de tudo, os EUA bem melhores em todos os indicadores.


 


 


 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

escolas, crises e resultados

 


 


 


 


Defendo convictamente a escola pública como um valor absoluto da democracia que pode, com tempo, atenuar a desigualdade de oportunidades. É mesmo uma espécie de muro que não ultrapasso e que, ao longo da vida, me desviou de algumas organizações políticas. Não sou, todavia, um defensor acrítico da ideia. Só se defende uma causa destas se acreditarmos na melhoria do seu desempenho organizacional e no seu progresso.


 


Os últimos dias têm andado à volta dos legados a propósito da nossa melhoria nos resultados PISA que, como todos os estudos empíricos nesta área, têm limitações. Não caio no argumentário impreparado que isola a escola do que a rodeia. Há muito que defendo este algoritmo. A sociedade, e o seu índice socioeconómico combinado com a ambição escolar, representa um papel fundamental como se comprova, pela enésima vez, com uma leitura atenta do PISA 2012. Os nossos resultados estão muito ligados aos progressos da nossa sociedade que foram interrompidos nos últimos anos e agravados pela centralidade dos professores no apontar de dedo dos nossos últimos governos. A agenda, que tem mais de uma década, que defende que "tudo está mal na escola pública" mediatizou a crise muito para além do real.


 


A escola vive, por definição, em crise. A mediatização do fenómeno transformou-a em arremesso ideológico. Ainda ontem ouvi um ex-ministro da área ideológica que governa a mudar de agulha de forma que me impressionou. Há uma duas semanas ouvi-o apontar a Suécia com um exemplo da privatização que defende para o sistema escolar. Como o PISA 2012 é inequívoco na demonstração da queda continuada da Suécia, passou a defender os asiáticos que têm 50 alunos por turma. Estes actores, impregnados de basismo ideológico a tocar o fanatismo, ajudam a explicar a prevalência das desigualdades que vai ler a seguir.


 


Ontem, Obama fez um discurso fundamental para se compreender a crise vigente que também afecta Portugal e o seu sistema escolar. 


 




 






Arendt considerava que a crise geral que se vivia no mundo moderno, em meados do século XX, abrangia os variados domínios da vida humana e eclodia nos diversos países, com saliência para Estados Unidos da América.


 


Uma das componentes mais críticas centrava-se na crise periódica da educação, que se tinha transformado num problema político central com repercussões diárias no mundo dos jornais, e sublinhou que “(...)uma crise na educação suscitaria sempre graves problemas mesmo se não fosse, como no caso presente, o reflexo de uma crise muito mais geral e da instabilidade da sociedade moderna.(...)”.


 


 


Arendt, H. (2006:195).


Entre o passado e o futuro. Oito exercícios sobre o pensamento político.


Lisboa: Relógio D´Água.



quarta-feira, 2 de outubro de 2013

jogo perigoso

 


 


 


 


 


Muitos republicanos dos EUA são considerados radicais ideológicos e ciclicamente contribuem para paralisar o Governo. O complexo jogo de equilíbrios de poder nos EUA permite um jogo perigoso que desta vez parte da não aceitação do ObamaCare. Veremos como acaba o problema descrito pelo editorial do Público de hoje.


 


 


 



 

domingo, 3 de março de 2013

do dia seguinte

 


 


 


Foi uma semana marcada por sinais importantes na Europa e nos EUA. Se Obama tem que fazer cortes, que considera disparatados, por conta dos republicanos, os europeus têm de perceber de vez a necessidade de fazer política de forma diferente da habitual depois do fenómeno italiano "Grillo-5-estrelas" e do "que se lixe a troika" português.


 


Urge uma qualquer viragem e espera-se que os egoísmos e as soberbas não deitem de novo tudo a perder. Se assim não for, se não existir uma réstia de esperança e de humildade, podemos prever que o que vem aí será ainda pior e que desaguará numa tragédia de dimensões imprevisíveis. Não foi assim na história recente?