sábado, 16 de janeiro de 2010

um poeta a presidente

 


Espero que não aconteça algo parecido com o que pode ler aqui.


 


 



Foi daqui.


 



  


Manuel Alegre anuncia candidatura à Presidência da República


 


"Manuel Alegre é novamente candidato a Presidente da República. Anunciou a sua disponibilidade “para esse combate” hoje à noite em Portimão, a terra que deu a Portugal o único presidente-poeta, Manuel Teixeira Gomes (1860-1941). No final do discurso e perante uma plateia de mais de 200 apoiantes, o socialista tornou-se assim no primeiro candidato à corrida presidencial de 2011.(...)"


 

10 comentários:

  1. Não é por nada...Teixeira Gomes fugiu para a Tunísia...

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  2. Ele é candidato ou está disponível?
    O meu voto não leva.

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  3. Um professor resistente16 de janeiro de 2010 às 18:50

    Entre Alegre e Cavaco nem hesito. Alegre, apesar de algumas coisas.

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  4. Ah! Ah! Ah! Manuel Alegre regressaria à Argélia.

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  5. Não votei PS. VOTO ALEGRE. Um poeta a presidente. soa bem. Pode ser que opte por Casablanca. Tem outro encanto. Melhor que Bruxelas.

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  6. Pois,Alger já conhece...Em todo o caso a a Tunísia é melhor, pode-se beber.

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  7. TB VOTO EM ALEGRE. Concordo, CASABLANCA tem outro encanto.
    Mas "O Porto" está disponível. Sabe receber.

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  8. "As eleições presidenciais, cujo debate político será tão importante ao longo deste ano, são eleições que se vão decidir na primeira volta entre duas opções fundamentais: a vontade de uma mudança intransigente, contra a injustiça, ou o situacionismo que quer manter o país e os seus poderes económicos e sociais exactamente como eles estão”, disse o líder do Bloco durante um almoço com militantes do seu partido, em Mosteirô (concelho da Feira).

    Louçã reforçou ao longo do discurso a ideia de que as eleições serão decididas na primeira volta e, num recado para o PS, considerou “muito importante que haja uma candidatura [presidencial] que à esquerda não seja uma candidatura de partido”. “Nem deste nem daquele partido, porque uma candidatura presidencial não é de partido. É tão importante que haja uma candidatura que saiba tomar posição, como fez Manuel Alegre. E tanto incómodo que ele criou; e tanta esperança que ele mobilizou”, salientou Louçã.

    O líder bloquista disse que Manuel Alegre teve “a palavra certa no momento certo” em questões como o desemprego ou a precaridade, lembrando que o socialista se opôs o Código do Trabalho aprovado pelo seu partido. “O que uma candidatura presidencial deve representar, e é isso que traz força à esquerda, é a vontade de ruptura, de conflito, contra o situacionismo económico, de defesa da democracia social, de defesa do Serviço Nacional de Saúde, de defesa de um sistema de Segurança Social que possa valorizar quem trabalha”, disse Louçã.

    Neste contexto, o líder bloquista não hesitou em colocar o BE ao lado da candidatura presidencial de Manuel Alegre, reclamando uma junção de forças para travar este combate à esquerda. “É por isso que é tão importante, agora que sabemos que as eleições presidenciais vão ser disputadas na primeira volta entre Manuel Alegre e Cavaco Silva, que se saiba que juntar forças para uma alternativa que combata a injustiça social é tão importante para este país”, disse, reforçando que as presidenciais serão um momento de clarificação. “O Bloco de Esquerda, que sabe fazer escolhas sobre os seus lados de combate, que sabe que o combate tem que ser mais duro, sabe também nestas eleições convocar uma grande força para uma maioria”, frisou Louça.

    O líder bloquista teve ainda palavras duras para a maneira como o Governo está a conduzir as negociações com os partidos sobre o Orçamento de Estado para 2010, salientando que o BE se opõe “à política económica” do executivo.

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