quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

uma candidatura "independente e apartidária"

 



Foi daqui


 


 


Sabe-se que as intervenções políticas de Fernando Nobre se têm situado numa área ideológica semelhante à de Manuel Alegre. O que se espera, e a exemplo das eleições passadas, é que a esquerda não faça de novo os possíveis para que o candidato da direita seja eleito à primeira volta. Vamos aguardar.


 



 


Fernando Nobre avança para candidatura à presidência em "nome da cidadania"


 


"Fernando Nobre afirmou hoje que avança com uma candidatura à presidência da República em “nome da cidadania”. O dirigente da Assistência Médica Internacional (AMI), que amanhã oficializa a sua entrada na corrida a Belém, recusa adiantar mais sobre as razões que estiveram na origem da decisão, mas sublinhou que avança sem qualquer ligação partidária.(...)"


11 comentários:

  1. É um Homem livre, um humanismo, que luta contra a indiferença. Uma boa candidatura.

    Pena é que os "pss" se estejam a colar.

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  2. pois eu cá acho isto tudo muito estranho...

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  3. Eu também. Foi mandatário de Mário Soares e candidato europeu pelo Bloco. Huummm...

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  4. O candidato do Sócrates continua a ser o Cavaco. Certinho e direitinho. Como sempre foi.

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  5. Eu até simpatizo com o homem. Mas lá que é estranho, ai isso é. O que o move?

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  6. Não há razão para duvidar, é um homem sério que luta por causas bastante nobres. Estávamos mesmo a precisar de alguém jovem com coragem para alterar a situação actual deste país.

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  7. Pois eu tenho DÚVIDAS E MUITAS!!!!

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  8. Bom remédio para as dúvidas.
    Quando começar a campanha eleitoral basta ler o que propõe cada um dos candidatos e claro, depois é só votar na melhor opção para si e para o país.
    A bem da democracia

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  9. Não consigo compreender o raciocínio pelo qual quem divide é aquele que se apresenta depois de um outro se ter apresentado. Quem é que realmente dividiu? E, já agora, quem dividiu o quê? Como se pode pretender fazer incidir o ónus de "dissidência" sobre esta ou outras candidaturas de esquerda que possam surgir? Mas, afinal, queremos um país livre ou todos nos vamos convertendo em espectadores de telenovelas de enredos obscurantistas e vigilantismos de opinião: irreality shows? Continuo a preferir ter opções do que não as ter. Não valeria a pena conhecer o que têm ambos a dizer, antes de vir a correr a denunciar os ardis subtis e vis que os motivam. A chico-esperteza vai fazendo o seu caminho. Elogio, mais uma vez, a ingenuidade da ética. Valor indispensável em democracia. Embora sempre fulminável, reconheço-o.

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  10. Minas, minas e mais minas.

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