segunda-feira, 22 de março de 2010

finalmente

 


 



Obama faz história com aprovação da reforma da saúde


 


"Ao fim de pouco mais de um ano na Casa Branca, o Presidente Barack Obama pode reclamar um extraordinário feito político que iludiu os seus antecessores nos últimos cem anos: a assinatura da mais profunda reforma do funcionamento do sistema de saúde norte-americano, que aproxima os Estados Unidos da cobertura universal em termos de cuidados médicos.(...)"


2 comentários:

  1. A classe média é a q detém o poder de resistir, económica e culturalmente, aos governos totalitários. Por isso, os governos chamados democratas e q no fundo são ditatoriais a eliminam. Isso pd ser alcançado através de processos, menos claros, mais lentos, mas igualmente poderosos: através de impostos, c/ reajustes salariais abaixo da inflação , e pla desconstrução de s/ instituições éticas e morais. Através de impostos e do mascaramento da inflação, cada vez mais extorsivos e compulsórios, e de outras medidas coercitivas paralelas, cruéis, subtis, porém seguras, dar-se-á, paulatinamente, o empobrecimento da classe média, e,consequentemente, o desaparecimento de 1 categoria de pessoas que o termo “burguesia”, hoje claramente pejorativo, encerra. O dinheiro da classe média,vai passando para o governo. E algumas mudanças de paradigmas culturais completam o esquema, com vista, em última análise, à perpetuação do poder, a nível local, e à governança mundial, a nível global.
    Obama sabe q tem 1 classe média poderosa nos EUA e a única forma de a começar a destruir (tal como se fez na Europa) é impondo politicas socialistas, i.e., obrigando a que as pessoas sejam dependentes do estado.


    Os grupos que desejam o poder total são, normalmente, de extrema ou “meia esquerda”, de formação ideológica socialista (Obama/Pelosi), muitas vezes com enxertos de falsa religiosidade, quase sempre de fundo leninista-stalinista. É relativamente fácil chegar ao poder c/rótulos de salvadores da pátria, agem como se fossem uns MESSIAS (Obama em 2008), prometendo o que não podem fazer e, se em processo de reeleição, gabando-se do que não fizeram. Isso é típico, por exemplo, Obama: prometer o que não irá fazer e gabar-se do que não fez.
    Com o novo plano de Saúde, Obama criará milhares de taxas/impostos, criará 159 agências governamentais (os impostos pagam!) e com isso a classe média tal como na europa socialista, será manietada em sua iniciativa. A classe média assistirá à queda dos seus rendimentos, do seu poder de consumo e, na maioria dos casos, da sua capacidade de investimentos em micros e pequenos negócios, o que contribui para a queda das actividades económicas.
    Obama não passa de um Socialista (aliás tão aplaudido pela esquerda europeia) que quer começar a destruir o que os EUA têm de bom: uma classe média forte que resiste às imposições do governo central.

    O propósito alegado destas politicas socialistas é o de promover o bem comum, a tão apregoada“justiça social”. A verdade, é que tais políticas têm conduzido mais ao empobrecimento gradativo da classe média do que provocado a pretensa ascensão económica das camadas baixas.

    Enquanto a classe média permanecer espoliada nos seus bens que passam gradualmente para o estado através de milhões em impostos, e inerte na sua atitude passiva perante o declarado “roubo” do estado, assistirá, ano após ano, ao seu caminhar progressivo na direcção das camadas mais pobres, ao mesmo tempo em que se estabelecerá um abismo cada vez mais fundo entre a minoria cada vez mais rica e a maioria pobre da sociedade, num processo que bem poderia ser definido como de “socialização da pobreza”, tão aos gosto dos socialistas europeus.
    Não é afinal isto que se passa na Europa?
    E será isto que infelizmente acontecerá aos EUA caso não ponham travão às politicas de Obama.

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  2. Que mente mais dogmática. Irra!

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