Numa fase em que a gestão das organizações faz todos os esforços no sentido do downsizing de modo a desengordurar os seus modelos e a garantir a participação das bases nos momentos de decisão e de inovação, o ministério da Educação, com a benção "sabedora" da gestão de recursos humanos da administração pública, criou soluções ao arrepio da história e que tentam instituir hierarquias férreas, centralizadas, não achatadas e recheadas de mecanismos de controle com recurso a má burocracia. Ora, numa sociedade ausente da escola a quebra da gestão cooperativa das organização pode ter resultados desastrosos. Neste caso, não se pode dizer sequer que não foram avisados.
Mas o chefe do governo não aprende e continua a dirigir-se aos jovens, como aqui, como se fosse um arauto da modernidade e um expert na gestão de recursos humanos. É grave. Não há qualquer dúvida: este primeiro-ministro está fora de prazo.
Sócrates enjoa com tanta trapalhada e casmurrice. Só que o homem deve ter nascido virado para a lua. Agora a alternativa é um sósia só que honesto. Talvez se lixe ou se lixem os dois.
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