Os políticos portugueses do bloco central têm desenvolvido nos últimos anos um curioso conjunto de receitas para os problemas do país como resposta aos mais cépticos cenários que eles próprios desenharam. Ao pântano de António Guterres seguiu-se a tanga de Durão Barroso; ou seja, ao cenário lamacento desenhado por alguém em-vias-de-fuga projectou-se uma receita de despojamento em forma de tanga por alguém que fugiu na-primeira-oportunidade.
Seguiu-se a moda dos choques. Ao choque fiscal do economista Frasquilho do PSD respondeu o PS com o choque tecnológico. O primeiro ainda não deve ter recuperado do exemplo que apontava para a sua milagrosa solução: a depauperada Irlanda; já o PS substituiu o choque por plano, para que a nomenclatura seja mais adequada a uma pronta resposta: "está tudo no plano".
O actual PSD parece querer projectar um remake de um tempo que lhes foi áureo mas a versão é assim como que de deixar-a-brejeirice-mais-em-roda-livre, digamos assim. Já avançou a tropa dos choques: o inefável Frasquilho recupera-se e lança uma nova colisão: a salarial aos funcionários públicos.
ResponderEliminarA brincar se dizem as verdades. E, nessa malta, tb só acredita quem ...
ResponderEliminarBoa análise. O cheiro a poder (ainda) não é suficientemente forte!
Clap! Clap! Clap!
ResponderEliminarOs mesmos de sempre.
ResponderEliminarÉ uma fixação, o bloco central está unido para exterminar de vez com a função pública. E agora que já perceberam que até dá votos, é ver-se-te-avias.
ResponderEliminarNa mouche!!!!!
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