Já nem sei, e escrevo-o muito francamente, de que é que esta gente está à espera. Os resultados da farsa a que chamaram primeiro ciclo da avaliação do desempenho não podem ter quaisquer efeitos na vida profissional dos professores. Para além de tudo o que sabe, o modelo não tem pés nem cabeça e não existe quem escreva o contrário de modo fundamentado. Até os relatórios do conselho científico da avaliação do desempenho, assinados pela actual secretário de estado da Educação, o sublinham. É inadmissível que os sindicatos de professores admitam negociar este princípio.
E quando escrevi "quaisquer efeitos" tive o cuidado de os remeter para a vertente profissional, já que na relacional a coisa deixou marcas que muito dificilmente serão saradas.
... ponto.
ResponderEliminarViva Francisco.
ResponderEliminarConcordo que é inaceitável, claro. Mas é justo que questione a posição dos sindicatos. Depois do entendimento de 2008, e do acordo de 2010, o que seria dos professores, e da escola democrática, se nós não tivéssemos passado a vida a questionar? Questionar e com toda a força, se me permites. Para já é assim. Mas se as coisas continuam neste limbo, tenho ideia que a revolta deixará de estar contida. Sinto de novo um sentimento de frustração enorme; a sério. E desta vez ate os mais indefectíveis do governo se revoltarão.
De acordo Paulo.
ResponderEliminarDe acordo, também.
ResponderEliminarIdem,idem,aspas,aspas...
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