Os meus textos e os meus vídeos
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
-
O discurso, em Davos, de Mark Carney, PM do Canadá, é corajoso. O texto - a prosa é mesmo sua e publico a tradução como recebi por email de...
-
O cartoon "One year of Trump" é de Gatis Sluka. Encontrei-o na internet sem restriçoes de publicação. Sabemos que o centro de gr...
-
O Correntes mudou de casa. A nova morada é em https://correntesprudencio.blogspot.com/ A mudança da SAPO para o Blogspot deve-se ao encerr...
Não têm alternativa. Estão convencidos que Alegre perde, alguns votarão em Cavaco e outros em Nobre. Só se houver uma segunda volta é que Soares engolirá um elefante.
ResponderEliminarVoto Alegre e com convicção.
ResponderEliminarEste homem quando foi secretário de estado da comunicação social mandou avancar a bófia para dar uma carga das antigas ao pessoal que se encontravam nas proximidades do palacio onde estava instalada a secretia de estado da comunicação social. Ninguém já se lembra disso certamente. A democracia desta gente só existe quando são eles a mandar e a lixar os trabalhadores, como tem feito o partido da família política dele, Depois há a considerar o facto de ele ter trabalhado apenas 6 meses na emissora nacioanal e estar a receber uma reforma dourada por isso, mais a reforma que está a receber da vice-presidência da assembleia da república de igual modo dourada, que irá acumular por inteiro com o vencimento da presidente da república, se ganhar as eleições, porque a lei nº. 28/2008, feita de encomenda, o permite. Sacríficios é só para os funcionários do estado e para os reformados.
ResponderEliminarPortugal de Abril está cheio de antifascistas?
ResponderEliminarDemocracia da treta.
VOTO ALEGRE.
ResponderEliminarCuidado!
ResponderEliminarEleger o poeta Alegre ou o professor Silva, são nesta altura de aperto económico soluções incomportáveis para o orçamento de estado (pelas pensões que arrecadam e não só).
O país precisa de um Presidente da República mais confiável, que participe na resolução dos problemas. Temos que eleger uma personalidade mais solidária, com um comportamento ético inquestionável e que dignifique Portugal aquém e além fronteiras.
Um cidadão atento