segunda-feira, 31 de maio de 2010

acordou

 


 


 



Foi daqui


 


 


Dizem alguns especialistas que a China comprou uma parte substancial da dívida dos Estados Unidos da América e que tudo fará para nivelar os valores do euro e do dólar. Não é fácil pugnar pela ajuda dos países do norte aos do sul do planeta, advogar a defesa do comércio livre e depois querer manter o elevado nível do estado social do ocidente. Para sobreviver, a Europa deveria ter uma voz (até Obama se queixa) e ser politicamente forte e unida. Para além de outros problemas, a Alemanha não se tem portado bem e conhece, como aqui se informa, a "surpresa" da demissão recente do seu presidente.


 


Entretanto, os países do sul da Europa vão sendo sibilinamente convidados a uma saída antecipada: seria um abalo na força do euro tal como hoje se conhece, colocaria mais a nu a decadência demográfica do velho continente e voltaria a acentuar a ideia de mais guerras fratricidas.


 


 


Consultora britânica aconselha a Grécia a sair do euro


"O Governo grego foi aconselhado por economistas britânicos a deixar a zona euro para recuperar da crise da dívida, e países como Portugal podem seguir o mesmo caminho, de acordo com uma notícia divulgada pelo jornal britânicoSunday Times.(...)"

1 comentário:


  1. 1.- Factos são factos; 2.- Olhando para os factos podemos dizer que os resultados da entrada do país no euro são absolutamente demolidores e adversos ao nosso desenvolvimento; 3.- A nossa economia tem sido destruída de forma fortíssima devido à participação na Zona Euro.É um dos factos indesmentíveis e demonstrado amplamente pelo economista João Ferreira do Amaral.Que é simplesmente um dos poucos economistas cá da nossa praça que me merece algum respeito; 4.- Uma moeda que destrói a economia é uma moeda séria para um país ? 5.- o euro gerou uma taxa de câmbio desajustada para a economia portuguesa e a redução das taxas de juro travaram a aposta no sector dos bens transaccionáveis, e fez crescer uma dívida externa insustentável. Entre 1999 e 2009, o Endividamento Externo Líquido do País, em percentagem do PIB, saltou de 31,5% para os 111,6%; 6.- como soluções: ou se permite (a nível dos órgãos da União Europeia) que o País tome medidas de protecção excepcional, nomeadamente subsídios à exportação ou condicionamentos às importações, ou se alteram as instituições por forma a criar um mecanismo de apoio a um país que precisa de sair temporariamente do Euro.

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