sábado, 15 de maio de 2010

o que sobra?

 



 


 


 


 


E depois os bloggers é que são uns chatos e dividem os professores. Disse, e mantenho e reforço, que o acordo entre o governo e os sindicatos foi um aperto de mão financeiro que serviu apenas os obstinados interesses do chefe do governo.


 


Não há aumentos nem congelamentos salariais: há reduções. Não há progressões na carreira. Não há entradas de professores na carreira com o PEC 2. Tudo isto era previsível. Depois da hecatombe financeira, e com a ajuda desvairada aos "coitados" do subpraime, tinha de existir um aperto destes. Mas mais: foram necessárias chatices sobre chatices para que os resultados do primeiro ciclo de avaliação não fossem considerados nos concursos dos professores contratados.


 


Digam-me então: o modelo de avaliação vai ser mesmo alterado com a eliminação de toda a tralha meritocrática e de eduquês? As invenções de má burocracia e com cariz técnico-pedagógico delirante vão sofrer um abalo? O modelo de gestão vai ser alterado? Os horários dos professores vão ser dignificados? E podíamos fazer um rol significativo de perguntas. É bom que se diga que estas matérias não acordadas são fundamentais e não carecem de financiamento; bem pelo contrário. São questões que passam pela vontade política e por outras coisas mais.


 


A questão é simples: depois dos PEC´s o que é que sobra do acordo?

9 comentários:

  1. A imagem está o máximo!!!

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  2. Nós já sabiamos. Está tudo chifrado.

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  3. "Não há progressões na carreira."

    Paulo, ainda não vi escrito que são congeladas as progressões previstas no acordo que ainda não foi publicado.

    Será que vão ser congeladas também? Já nada me espanta.

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  4. paulo guilherme trilho prudêncio15 de maio de 2010 às 21:59

    Viva cara ou caro anónimo.

    É isso: tb não me espanta. Vamos aguardar. Pele que percebi, requerem de uma autorização caso a caso do ministro das finanças.


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  5. Calma. A 29 de Maio temos a manifestação.

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  6. Pouco, pouquinho, poucochinho... cada vez menos.

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  7. Viva Paulo.

    É isso que me parece. Fazes bem, se me permites, em começar a colocar a discussão sobre os caminhos a seguir. Há muita coisa que pode ser feita.

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  8. Se ainda não foi publicado, as progressões não serão efectuadas, não é? Aliás, o acordo é de Janeiro. Porque demora tanto?

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