Tenho ideia que uma parte significativa dos professores tem as suas preocupações profissionais focadas, e bem, nas suas aulas. As outras inquietações ficam para quando se intui um qualquer incêndio.
A atmosfera é, naturalmente, avessa ao novo modelo de gestão. Parece que em surdina se aguarda pacientemente o desastre anunciado. A coisa decretada que o sustenta tem os conhecidos problemas de constitucionalidade, de adequação à lei de bases e de reconhecimento por parte de quem se ocupa das mais modernas formas de gestão de organizações. Há mesmo quem já se divirta quando pensa no que se vai assistir com o fim de centenas de conselhos gerais (alguns ainda transitórios) e de órgãos de direcção; haverá CAP's (comissões administrativas provisórias) em número suficiente para fazer corar a mais juvenil das democracias.
Há mesmo quem preveja a revolta das cenouras. Seria divertido se não fossem machadadas impiedosas na ideia de serviço público da Educação.
Uma ideia genial, lol!!!
ResponderEliminarO Coelho é premonitório...
ResponderEliminar"O homem pode acreditar no impossível, mas nunca pode acreditar no improvável."
ResponderEliminarOscar Wilde
É mesmo improvável parar este desgoverno...
Ele há coisas esquisitas:
ResponderEliminarMais santos houvesse e não estaríamos neste desgoverno desmedido.
Alguém disse um dia...
“O corpo humano é a carruagem, eu, o homem que a conduz, o pensamento são as rédeas, os sentimentos, os cavalos.”
Platão
AH! AH! AH!
ResponderEliminarpara os três.
ResponderEliminarO ataque (de nervos) das cenouras.
ResponderEliminarCerteiro, carago. Desculpa, mas até estou a pagar para ver.
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