sábado, 12 de junho de 2010

porque hoje é sábado

 


 


Reparem na fundamentação deste senhor secretário de estado. Brada aos céus, realmente. Ainda por cima assinou relatórios do conselho científico da avaliação dos professores a refutar a exequibilidade do modelo. Tudo isto mais parece uma provocação desenhada pelos suspeitos do costume com morada em S.Bento. Entretanto a Fenprof diz aqui que não sabe da nada. Talvez no Domingo.


 


 


Avaliação de desempenho de professores vai ser incluída na graduação de concursos


 


"Em conferência de imprensa, o governante afirmou que o Ministério foi hoje notificado de decisões dos Tribunais Administrativos e Fiscais de Beja e Lisboa, que deram razão ao recurso apresentado contra uma providência cautelar interposta pela Federação Nacional de Professores (Fenprof), que visou retirar a avaliação de desempenho do concurso de colocação de professores que decorre.

Trata-se do “reconhecimento pleno das razões” do Governo, afirmou Alexandre Ventura, garantindo que a utilização da avaliação de desempenho nos concursos, suspensa “provisoriamente” pelos tribunais devido à providência da Fenprof, significará “um estímulo para os docentes e um benefício para alunos e famílias”.

Os professores cujo desempenho já tenha sido avaliado e tenham tido classificações “excelente” ou “muito bom” serão “beneficiados na graduação” para os concursos, referiu.

“Até agora, a graduação para efeitos de concurso só tinha em conta a classificação obtida na formação inicial realizada no ensino superior, nunca sendo valorizada a qualidade do trabalho desenvolvido”, afirmou.

Questionado sobre um processo de avaliação “conturbado”, Alexandre Ventura disse que “não há processos perfeitos” e que este se irá “aperfeiçoando com o contributo de todos”.

Para o secretário de Estado, é uma questão de “justiça” os professores terem o “benefício da avaliação”.

Quanto aos professores que não foram avaliados, assegurou que estão “em pé de igualdade” com os avaliados e que também vão poder ser “opositores neste concurso”."

6 comentários:

  1. Para o secretário de Estado, é uma questão de “justiça” os professores terem o “benefício da avaliação”.

    “Até agora, a graduação para efeitos de concurso só tinha em conta a classificação obtida na formação inicial realizada no ensino superior, nunca sendo valorizada a qualidade do trabalho desenvolvido”, afirmou.

    Estas duas frases são nojentas. O homem sabe que está a mentir. A escola do pinóquio?

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  2. “benefício da avaliação” Quem é que este secretário pensa que é? O que dizem os sindicatos? E os movimentos?

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  3. Resistente? no bidé!

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  4. Devemos manter o nível, pelo menos.

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  5. Também digo. Este blogue distingue-se pelo nível dos textos e dos comentários.

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