Reparem na fundamentação deste senhor secretário de estado. Brada aos céus, realmente. Ainda por cima assinou relatórios do conselho científico da avaliação dos professores a refutar a exequibilidade do modelo. Tudo isto mais parece uma provocação desenhada pelos suspeitos do costume com morada em S.Bento. Entretanto a Fenprof diz aqui que não sabe da nada. Talvez no Domingo.
Avaliação de desempenho de professores vai ser incluída na graduação de concursos
"Em conferência de imprensa, o governante afirmou que o Ministério foi hoje notificado de decisões dos Tribunais Administrativos e Fiscais de Beja e Lisboa, que deram razão ao recurso apresentado contra uma providência cautelar interposta pela Federação Nacional de Professores (Fenprof), que visou retirar a avaliação de desempenho do concurso de colocação de professores que decorre.
Trata-se do “reconhecimento pleno das razões” do Governo, afirmou Alexandre Ventura, garantindo que a utilização da avaliação de desempenho nos concursos, suspensa “provisoriamente” pelos tribunais devido à providência da Fenprof, significará “um estímulo para os docentes e um benefício para alunos e famílias”.
Os professores cujo desempenho já tenha sido avaliado e tenham tido classificações “excelente” ou “muito bom” serão “beneficiados na graduação” para os concursos, referiu.
“Até agora, a graduação para efeitos de concurso só tinha em conta a classificação obtida na formação inicial realizada no ensino superior, nunca sendo valorizada a qualidade do trabalho desenvolvido”, afirmou.
Questionado sobre um processo de avaliação “conturbado”, Alexandre Ventura disse que “não há processos perfeitos” e que este se irá “aperfeiçoando com o contributo de todos”.
Para o secretário de Estado, é uma questão de “justiça” os professores terem o “benefício da avaliação”.
Quanto aos professores que não foram avaliados, assegurou que estão “em pé de igualdade” com os avaliados e que também vão poder ser “opositores neste concurso”."
Para o secretário de Estado, é uma questão de “justiça” os professores terem o “benefício da avaliação”.
ResponderEliminar“Até agora, a graduação para efeitos de concurso só tinha em conta a classificação obtida na formação inicial realizada no ensino superior, nunca sendo valorizada a qualidade do trabalho desenvolvido”, afirmou.
Estas duas frases são nojentas. O homem sabe que está a mentir. A escola do pinóquio?
“benefício da avaliação” Quem é que este secretário pensa que é? O que dizem os sindicatos? E os movimentos?
ResponderEliminarResistente? no bidé!
ResponderEliminarDevemos manter o nível, pelo menos.
ResponderEliminarTambém digo. Este blogue distingue-se pelo nível dos textos e dos comentários.
ResponderEliminarSão provocações!!!
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