O Paulo Guinote coloca, aqui, a questão dos mega-agrupamentos numa perspectiva incontornável: a lógica dos números versus a da humanidade e da proximidade. Vou, de forma inquestionável, pela segunda. Leia que vale a pena.
O Paulo Guinote coloca, aqui, a questão dos mega-agrupamentos numa perspectiva incontornável: a lógica dos números versus a da humanidade e da proximidade. Vou, de forma inquestionável, pela segunda. Leia que vale a pena.
Também vou pela segunda.
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