A nona elegia.
Porquê, se é possível viver o prazo da existência,
até ao seu termo, como loureiro, um pouco mais escuro do que
todos os outros tons de verde, com pequenas ondas no rebordo
da folhagem (como o sorriso de um vento) -: porquê então esta
forçosa existência humana -, e, evitando o destino,
ter saudades do destino?...
(continua)
Rainer Maria Rilke.
As Elegias de Duíno,
Tradução de Maria Teresa Dias Furtado,
Tradução de Maria Teresa Dias Furtado,
Assírio & Alvim.
Não percebi quem é que a nona elegia.
ResponderEliminarViva Rui.
ResponderEliminarDesculpa. A obra chama-se As Elegias de Duíno (um castelo no Trieste) e o que publiquei é o início da nona: são dez elegias.
(suspiro, Paulo, suspiro)
ResponderEliminarÀs vezes até fico Trieste contigo. (Rilke em mim, é 1988, Paulo).
ResponderEliminarOh céus, desculpa mesmo; Pensei que Rui era outra pessoa; como costumas assinar Rui Correia; mas tb o fazes como Rui, eu sei, mas foi mesmo um equívoco. Desculpa.
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