segunda-feira, 26 de julho de 2010

rilke

 




A nona elegia.


Porquê, se é possível viver o prazo da existência,
até ao seu termo, como loureiro, um pouco mais escuro do que
todos os outros tons de verde, com pequenas ondas no rebordo
da folhagem (como o sorriso de um vento) -: porquê então esta
forçosa existência humana -, e, evitando o destino,
ter saudades do destino?...

(continua)


Rainer Maria Rilke.

As Elegias de Duíno,
Tradução de Maria Teresa Dias Furtado,

Assírio & Alvim.




5 comentários:

  1. Não percebi quem é que a nona elegia.

    ResponderEliminar
  2. paulo guilherme trilho prudêncio29 de julho de 2010 às 17:48

    Viva Rui.

    Desculpa. A obra chama-se As Elegias de Duíno (um castelo no Trieste) e o que publiquei é o início da nona: são dez elegias.

    ResponderEliminar
  3. Às vezes até fico Trieste contigo. (Rilke em mim, é 1988, Paulo).

    ResponderEliminar
  4. Oh céus, desculpa mesmo; Pensei que Rui era outra pessoa; como costumas assinar Rui Correia; mas tb o fazes como Rui, eu sei, mas foi mesmo um equívoco. Desculpa.

    ResponderEliminar