Vale a pena ouvir a entrevista da actual ministra no link que vou sugerir. De acordo com os argumentos da ministra da Educação, o motivo para mais mais esta contestação não está na ideia desajustada que lançou, mas na incompreensão dos diversos actores do sistema. Na opinião de Isabel Alçada as pessoas é que são avessas à mudança e não são as incompreendidas propostas que se inspiram na estratosfera ou não têm pés nem cabeça, como se tem comprovado.
Afinal, a ideia de terminar com as reprovações não é para já. A intenção era lançar a discussão no sentido mais profundo. Ou seja, antes desta ministra o sucesso escolar estava por discutir. Não há mesmo pachorra. É interessante (se não fosse trágico) que toda esta questão continue a ser discutida como se não houvesse sociedade e com uma única via: sobrecarregar o já insuportável caderno de encargos da escola.
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