sexta-feira, 20 de agosto de 2010

redução de municípios

 



 


Foi daqui


 


Li noutro dia uma crítica ao excesso de freguesias em Portugal: "estava em Lisboa, saí do hotel que fica na freguesia x, atravessei a rua e o passeio do outro lado já era na freguesia y e quando cheguei ao fim da rua já ia na terceira freguesia".


 


Há quem diga que se deve reduzir no número de municípios, os governos civis estão para terminar há não sei quanto tempo e por aí adiante. Mesmo com a tal de crise ninguém dá um qualquer passo. Para se conhecer a informação que pode ler a seguir - Grécia reduz para um terço o número de municípios, aqui - tem de se consultar (e linkar) a imprensa estrangeira ou então ler o canto inferior direito da página quatro do suplemento "cidades" do jornal Público de um Domingo. Somos uns valentões na defesa dos fortes, uns desatentos para protecção do mainstream e temos um chefe do governo que tem um qualquer problema com o sistema escolar.


 


(2ª edição. 1ª em edição em 7 de Junho de 2010)

3 comentários:

  1. paulo guilherme trilho prudêncio7 de junho de 2010 às 13:42

    Viva Dr. Shue.

    Já lá fui e já me ri. Fiquei-me neste post por um registo comedido. Sei disso. Como publiquei ontem uma coisa longa, filhos de montessori, decidi ser mais parco

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  2. "Desde finais do mês passado que se sabe que a Alemanha pretende adoptar um plano de austeridade que implica poupanças de cerca de dez mil milhões euros anuais até 2016, para pôr o défice anual das contas do Estado dentro do limite de três por cento do PIB em 2013 – que este ano deverá ficar em cinco por cento (contra 3,3 em 2009), devido às medidas de combate à crise económica.

    Mas no fim-de-semana e hoje de manhã o Governo alemão esteve reunido para preparar os detalhes e a informação das medidas em preparação começou a ser dada nos meios internacionais.

    Segundo um projecto de plano de medidas citado pelo diário britânico Financial Times, os cortes nas ajudas sociais, em que prevê poupar dois mil milhões de euros no primeiro ano de vigência, prevêem a diminuição do subsídio por cada filho, do subsídio de nascimento, do subsídio de desemprego, mas os funcionários públicos serão particularmente afectados.

    O El País titula que este será o maior plano de ajustamento económico no país desde a II Guerra Mundial, que deverá também eliminar os subsídios ao aluguer de habitação e reduzir em dez mil o número de postos de trabalho na função pública até 2014.

    O plano só deverá estar em velocidade cruzeiro em 2011, permitindo uma poupança de 11 mil milhões de euros nesse ano. O único orçamento que aumenta é o da Educação, e o da Defesa será um dos mais afectados, segundo o diário espanhol El Mundo."

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  3. Este texto está com imensa piada.

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