Valeu-nos a atitude dita conservadora da CGD (não foi o homem do país da tanga, agora em Bruxelas, que queria entregar o banco do estado ao sector privado, inspirado pelo guru recém-chegado da Goldman Sachs) e da alguma banca. Se temos seguido os conselhos dos gurus do subpraime, do imobiliário e por aí fora - que é feito de António Borges (o tal da Goldman Sachs) e de Miguel Frasquilho? - podíamos, para além da tragédia que nos caiu em cima, ler sobre Portugal notícias do tipo:
Irlanda gasta até 50 mil milhões com recapitalização da banca
Défice da Irlanda dispara para 32 por cento do PIB com injecção de capital em banco falido
Boa... dá-lhes que eles ainda mexem (à socapa).
ResponderEliminarAgora, vou-me encontrar com os profs Norton e MacSubstituto na terra do vidro: vamos levantar "louça cristal".
Subscrevo... e COM TODA A FORÇA!!!!
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