Ouvi vezes sem fim que a compra de casa era a solução; de preferência mais do que uma. O aluguer era a alternativa dos aluados do mundo. O que falta explicar é por que é que agora pagam os que compraram, mas também os comedidos. Mas mais intrigante é o montante da factura dos que venderam, mas também a dos que emprestaram. A não ser que ideias destas façam o seu caminho.
nada mal pensado...
ResponderEliminarSó perde quem tem!
ResponderEliminarÉ uma frase já com barbas...[º<:}}}]
ResponderEliminarO verdadeiro?
ResponderEliminarsem ti, valeu que até os chineses estão falidos.
ResponderEliminarAquele abraço.
Quem me imita?
ResponderEliminarHá várias hipóteses
ResponderEliminarA criação do dinheiro é feita na base da confiança. Se a base da sua criação é para criar bolhas especulativas que depois nos desgraçam a vida, então os Bancos, quer Centrais quer comerciais, não estão a cumprir a sua função. Os Bancos deveriam ser intermediárias entre a poupança e o Investimento e o Consumo e não sorvedouros de riqueza alheia. A sociedade civil não aguentará perder o seu poder de compra para sustentar as mordomias dos Administradores de Bancos, Directores e todo um conjunto de funcionários do sector mais bem pago do País. A população é que está a sofrer e vai sofrer mais ainda a incompetência de um Banco Central que não regulou nem supervisionou e de Bancos que foram incompetentes, tendo alguns cometido actos que devem ser fortemente punidos o que não acontece nem acontecerá. A hipótese do Cantona é uma entre muitas possíveis no futuro. As histórias de guardar o dinheiro no colchão é que já não se usa, é para contar às criancinhas em dia de trovoada.