quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

não temos remédio

 


 



 


 


 


O caderno de encargos da escola é interminável e sufoca o ensino. Em Portugal tornou-se mesmo uma patologia. Não há criatura pensante que não se invista do dever de exigir à escola a resolução de problemas em Marte ou a compreensão das crianças Índigo.


 


Conselho de Ressuscitação defende formação em suporte básico de vida nas escolas

4 comentários:

  1. Ressuscitação de quê? indigonidades.

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  2. Os teus artigos são, como sabes, um prazer já plurienal para mim. Mas, para além disso, diverte-me imenso pensar, ultimamente, nos três ou quatro minutos em que andas à procura de imagens para os ilustrar. Gostava de ser mosca só para te ver sozinho no teu escritório a olhar muito atento para o teu mac, os dois caladitos e cúmplices, a pensar alto: "Onde raio é que encontro agora um burro de carga".

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