quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

a mentira faz escola

 


 


Ministério pressiona escolas para recorrerem a mais fundos da UE


"Directores estão a ser instados a reformular projectos para conseguir mais apoios. "Estão a pedir-nos para mentir".(...)"

2 comentários:

  1. Só ontem é que a maior parte dos docentes se apercebeu da amplitude e gravidade dos cortes salariais. Cortes que são apresentados no recibo de vencimento como se fossem uma taxa de redução remuneratória. Coisa que não é porque a uma taxa corresponde sempre um determinado serviço e, neste caso, não há serviço prestado pela entidade recebedora da taxa. A taxa remuneratória é mais uma aldrabice socialista.

    São 450 mil os sacrificados pelos cortes: 350 mil funcionários públicos e 100 mil funcionários de empresas públicas. Para uma população de 10,700,000 habitantes, 450 mil sacrificados não é quase nada e muito pouco contribui para a redução do défice. Um corte salarial que já foi engolido pela subida das taxas de juros sobre a dívida soberana portuguesa.

    A agravar o sentimento de injustiça está o facto de os aposentados com pensões milionárias terem sido poupados aos sacrifícios. Mais uma vez, os socialistas aplicam a máxima: "Portugal é de quem chegou primeiro! Há 4500 pensionistas com pensões superiores a 4500 euros que custam ao Estado 20 milhões de euros por mês.

    De todos os sacrificados, os directores, sub-directores e adjuntos são os que mais ficaram a perder: têm corte no salário base e dois profundos cortes no suplemento remuneratório.

    Há directores que recebem este mês menos 400 euros. Estão à espera de quê para apresentarem a demissão aos conselhos gerais?

    Têm sangue de barata?

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