Gosto da lusofonia e não me parece que haja proprietários da língua portuguesa. A evolução dos idiomas é demasiado vivo e as gramáticas apenas legitimam "erros" em relação às suas antecessoras. A tese defensora do acordo ortográfico tem por aqui um elemento neutro. Por outro lado, sou curioso e aprecio a novidade. Fiz os possíveis para respeitar o acordo e aplicá-lo. Mas vou voltar atrás. Tenho muito para ler e escrever e não me posso dar ao trabalho de respeitar com rigor as alterações. Fica para mais tarde.
Vou fazer o mesmo.
ResponderEliminarMaria Duarte.
Quem me dera poder fazer o mesmo!
ResponderEliminarPara o ano, temos todos de escrever segundo o (des)acordo, infelizmente!
Bj