sábado, 29 de janeiro de 2011

golfe

 


 


 



 


 


 


O problema do financiamento das escolas do ensino não superior não são os campos de golfe nem as aulas de ténis. É apenas a privatização de lucros e a falta de transparência na colocação de professores.


 


E por que é que os decisores não vão directamente ao assunto em vez de se cobrirem de ridículo com esta argumentação golfista? Será que é porque têm correlegionários do mesmo arco metidos na parte gananciosa do negócio?

4 comentários:

  1. Não sei se te lembras do anúncio de um mestrado de manutenção de campos de golf...

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  2. Fizeste-me rir

    Peço desculpa pela primeira frase do segundo parágrafo. Deixei-a escrita ontem já tarde e ficou sem sentido.

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  3. Hoje o Daniel Oliveira do Expresso falou no S. João de Brito: tem serviços e instalações de que uma escola pública não pode dispor. Isso faz-se somando a contribuição do Estado à dos alunos. É o Estado que paga indirectamente. Acho que, nesses casos, o Estado não devia pagar nada.

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  4. É isso mesmo, Paulo. Não devia a escola pública oferecer, não direi campos de golfe por uma questão de escala de prioridades, piscinas e outras condições de prática aos alunos (como se pretende com as requalificações)?
    Que raio de argumentação! :(

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