O problema do financiamento das escolas do ensino não superior não são os campos de golfe nem as aulas de ténis. É apenas a privatização de lucros e a falta de transparência na colocação de professores.
E por que é que os decisores não vão directamente ao assunto em vez de se cobrirem de ridículo com esta argumentação golfista? Será que é porque têm correlegionários do mesmo arco metidos na parte gananciosa do negócio?
Não sei se te lembras do anúncio de um mestrado de manutenção de campos de golf...
ResponderEliminarFizeste-me rir
ResponderEliminarPeço desculpa pela primeira frase do segundo parágrafo. Deixei-a escrita ontem já tarde e ficou sem sentido.
Hoje o Daniel Oliveira do Expresso falou no S. João de Brito: tem serviços e instalações de que uma escola pública não pode dispor. Isso faz-se somando a contribuição do Estado à dos alunos. É o Estado que paga indirectamente. Acho que, nesses casos, o Estado não devia pagar nada.
ResponderEliminarÉ isso mesmo, Paulo. Não devia a escola pública oferecer, não direi campos de golfe por uma questão de escala de prioridades, piscinas e outras condições de prática aos alunos (como se pretende com as requalificações)?
ResponderEliminarQue raio de argumentação! :(