Escrevi um post, em Março de 2007, em que dava conta do agrado com as declarações de Fernando Nobre a propósito da crise que se adivinhava. O médico sem fronteiras representava um exemplo de dedicação ao próximo e de cidadania.
Vi há pouco uma entrevista sua. Senti uma redução acentuada da consideração de há três anos; confesso-o. Serão apenas as lentes criadas pelo estado deplorável a que chegou a nossa democracia? Será que a política actual enlameia tudo em que toca?
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