Manuel Alegre é fiel à matriz da sua história política e decidiu usar um apagador na relação com o ainda secretário-geral deste PS. Ver-se-ão os resultados, sem nunca se conseguir saber o que teria acontecido se a estratégia tivesse sido outra.
Desta vez, Manuel Alegre admira a atitude determinada do chefe do governo na questão dos juros. Diz que o apoiará nesse domínio.
Alegre diz que Sócrates sempre terá o seu apoio
"(...)O candidato presidencial Manuel Alegre disse admirar a «coragem e determinação com que José Sócrates está a defender a autonomia e capacidade dos portugueses resolverem por si próprios os problemas», declarando que o primeiro-ministro terá sempre o seu apoio, noticia a Lusa.(...)"
Um burro de Armani não deixa de ser um burro. O hábito não faz o monge.
ResponderEliminarÉ uma triste
ResponderEliminar... e em Alegre!!!
ResponderEliminarAlegremente...
ResponderEliminarPois é exactamente por isso "o primeiro-ministro terá sempre o seu apoio", que eu, se tinha dúvidas, deixei de ter. Cada vez que aparece ao lado de Pinóquio, Alegre perde votos.
ResponderEliminarTb me parece Isabel
ResponderEliminarVoto Alegre e duvido que o Sócrates ponha a cruz no mesmo sítio...
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ResponderEliminarA candidatura de Manuel Alegre apontou hoje o dedo aos silêncios de Cavaco Silva. Primeiro Francisco Assis, sem nunca se referir ao nome do Presidente da República - uma estratégia seguida ontem por José Sócrates - disse que esta campanha é entre "a palavra e o silêncio". O embalo dado por Assis levou Alegre a relembrar as notícias "desagradáveis". "Tenho ali todas as declarações.O meu processo no Tribunal Constitucional está limpinho, completo. Entreguei as declarações. Sempre, sempre, sempre", disse referindo-se à notícia do i que dava conta que Alegre não tinha entregado as declarações de rendimentos enquanto Conselheiro de Estado. "Mas respondi", disse Alegre referindo que os silêncios demonstram "uma atitude de arrogância" e que isso "é uma falta de respeito pela transparência democrática". Alegre referia-se ao facto de Cavaco não ter falado sobre a inexistência de escritura da casa de férias no Algarve, notíciada pela revista Visão.
As críticas aos silêncios de Cavaco deram o mote para a crítica à imprensa: "Há uma duplicidade de critérios nas respostas, mas também há duplicidade de critérios nas perguntas, ou de quem faz ou não faz as perguntas". O entusiasmo levou a uma pequena interrupção para beber água: "Foi da fraqueza", disse.
Antes, no discurso do almoço, o líder parlamentar do Partido Socialista, que esteve hoje pela segunda vez com Manuel Alegre, apelou ao apoio do PS. "É essencal que o PS se mobilize tal como os outros partidos e todos os mulhares de independentes e que estão claramente com esta candidatura. É essencial que o PS se mobilize e o PS está claramente a mobilizar-se", disse Francisco Assis num almoço de apoiantes em Fornos de Algodres.
Num dia em que a campanha alegrista está mais animada, o líder parlamentar veio dar uma ajuda à campanha. "A todos aqueles que, no início da semana, insinuaram que o PS não estava presente. Está aqui a resposta", afirmou Assis. Por isso deixou o apelo: "É imperioso estarmos todos com Manuel Alegre".
Nas palavras que dirigiu às dezenas de apoiantes, Assis deixou ainda uma palavra ao governo: "O governo português tem feito tudo o que está ao seu alcance para evitar a entrada do FMI. Por isso tivemos de tomar muitas decisões, muitas medidas, que obviamente não são do nosso agrado.