Viva Paulo, o link está errado, porque remete para o filme do youtube do teu post anterior. Quanto ao pedido de escusa, que recomendas, parece-me ter demasiadas fragilidades, embora reconheça a sua boa intenção. Mesmo com fundamentações mais consistentes haverá sempre a possibilidade de o pedido ser indeferido. Neste caso penso que será fácil os directores desmontarem grande parte da argumentação aduzida. O único ponto que pode ancorar a escusa é o que se refere à existência de interesse nas mesmas quotas de excelente e muito bom, mas mesmo esse ainda pode ser ultrapassado por despacho a diferenciá-las. Abraço.
Viva Paulo,
ResponderEliminaro link está errado, porque remete para o filme do youtube do teu post anterior.
Quanto ao pedido de escusa, que recomendas, parece-me ter demasiadas fragilidades, embora reconheça a sua boa intenção.
Mesmo com fundamentações mais consistentes haverá sempre a possibilidade de o pedido ser indeferido. Neste caso penso que será fácil os directores desmontarem grande parte da argumentação aduzida. O único ponto que pode ancorar a escusa é o que se refere à existência de interesse nas mesmas quotas de excelente e muito bom, mas mesmo esse ainda pode ser ultrapassado por despacho a diferenciá-las.
Abraço.
Viva Francisco.
ResponderEliminarFeito. Obrigado.
Recomendo a leitura de dois textos; apenas isso. Nem estudei ainda bem a coisa. Mas é óbvio: o monstro mantém-se
Paulo
ResponderEliminaro link para o primeiro post continua a remeter para o youtube.
Abraço
Viva Francisco.
ResponderEliminarEstava difícil. Feito. Obrigado.
Abraço.
Relatores e relatoras denunciem as fragilidades deste sistema de avaliação.
ResponderEliminarContem comigo!!!
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