Por mais que se prove que os grandes agrupamentos de escolas impossibilitam boas culturas organizacionais, os que-nunca-porão-os-pés-numa-escola-ou-numa-sala-de-aula não desistem. A destruição do poder democrático da escola é ainda mais grave se pensarmos na dificuldade ancestral e comprovada que temos em educar as nossas crianças. Mais cedo do que tarde lá bateremos contra a parede.
O que espanta é a atitude de todos os que assobiaram para o lado ou correram atrás de umas cenouras quando se abriu a porta a mais esta componente crítica: o 75 de 2008. Estavam à espera de quê?
Fica a saber-se que os mega-agrupamentos (nalguns casos, e em que os amontoados já são mega desde o início do século ou de meados da década, passarão a giga) vão avançar. Tentarão que a coisa origine menos protestos. Esperarão que a formação de CAP´s se faça depois de algumas reformas ou quando terminarem alguns mandatos. Ou seja: o tradicional argumentário de gestão e de prospecção de um país viciado em caciquismo e pobre também por isso.
BRILHANTE RACIOCÍNIO!!!!
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