As quotas na avaliação de professores começam a ser despachadas. Este post do Paulo Guinote é lapidar: "Há várias situações divertidas, mas a principal delas é a percentagem de Excelentes reservada aos Directores em cada DRE. Vai ser um fartar vilanagem e um velhacouto dos antigos que nem quero ver, na recompensa ao lambe-botismo. Espera-se a reacção da ANDE e ANDAEP."
É uma autonomia cómica e mais uma singularidade lusitana. O Conselho Geral elege e demite o director, mas o director regional é que avalia o desempenho. Pode saber mais no link disponibilizado.
Pode conhecer aqui os detalhes da formação para avaliadores. Se se interessa por estas matérias, repare nos formadores, nas entidades promotoras e na agenda. Não aprenderam nada com o passado recente e anunciam-se mais episódios do monstro que tanto nos custou a derrubar. A industria do eduquês, a tal que move milhões, no seu esplendor.
O mais grave é que muitos professores gostam de ver os Directores subjugados ao comissários das DRE .
ResponderEliminarTenho a ideia que serão os directores medíocres os que lutarão pelas classificações mais altas.
Sendo óbvio que não faz sentido um eleito ser avaliado por um nomeado político.
É verdade, mas convenhamos que esta forma de ser "eleito" também tem muito que se lhe diga...
ResponderEliminarPara além de todos os disparates inerentes à ADD, nem me parece mal que os directores estejam sujeitos a quotas, tal como os restantes professores. Pelo menos, ficam a sentir o mesmo que os colegas, o que tem a vantagem de se aperceberem melhor das injustiças do processo.
ResponderEliminarConcordo
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