terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

sensibilidade

 


 


 



 


Do que li sobre o fim do par pedagógico em EVT houve um argumento que me chocou.


 


Haverá muitos professores desta disciplina nos escalões mais remunerados da carreira e perto da aposentação. Provavelmente, os que ficariam com horário zero não seriam despedidos. Todavia, há professores contratados que caminhariam para o desemprego e que deveriam pensar em mudar de vez de profissão.


 


Já está muito discutida as desvantagens de se terminar com esta parceria pedagógica. Existe um argumento da tutela que arrepia: a omissão dos contratados. É que não estamos a falar de jovens em estágio ou nos primeiros anos de ensino; e mesmo que fosse. Há professores com mais de uma dezena de anos de serviço ininterrupto e que só são contratados porque a precariedade e os recibos verdes fizeram escola. Ainda bem, dirão os arautos dos cortes nos outros.

10 comentários:

  1. Lá se vai o par tecnológico!

    ResponderEliminar
  2. Os prejudicados serão sempre os alunos.

    ResponderEliminar
  3. Sinto precisamente o mesmo. Já quase nada me choca, mas esta apreciação sobre o futuro próximo dos professores de EVT é de uma leviandade insuportável. É exactamente este tipo de generalizações que repudio com invulnerável convicção; a mesma de resto quanto a das marchas milionárias contra os políticos. Este tipo de raciocínio deve produzir um qualquer tipo de expiação algures em alguém; endomorfinas na biologia das paixões presumo.

    ResponderEliminar
  4. Paulo G. Trilho Prudencio9 de fevereiro de 2011 às 10:15

    Força aí.

    ResponderEliminar
  5. Paulo G. Trilho Prudencio9 de fevereiro de 2011 às 10:22

    Este ME não tem qualquer emenda. Dos milionários sei pouco, mas tb sei que a democracia precisas muito de movimentos de cidadania para além do que existe. A heróica luta dos professores portugueses contra este PS é um bom exemplo disso. Claro que há riscos.

    Por outro lado, há muito gente populista e totalitária nos partidos políticos; como se vê aliás; a democracia é que os obriga à moderaração mas deixa lá: eles enchem-se de dinheiro mas nós divertimo-nos muito Somos todos humanos e não há nada mais bonito do que a liberdade.

    ResponderEliminar