Imagem obtida no blogue do Paulo Guinote e da autoria do Pedro Castro.
Não me foi possível ir a Lisboa e tive muita pena. Para além da participação, é sempre inesquecível o convívio com quem quer romper com o mainstream que asfixia perigosamente a democracia. Pelas imagens dos canais de televisão por cabo, a Avenida da Liberdade repete o ambiente das memoráveis manifestações de professores que esperamos que se repitam nos tempos mais próximos.
O simbolismo da suspensão desta avaliação de professores é uma exigência que obrigará à reposição da abrangência do poder democrático da escola. É incompreensível como um modelo desenhado por temerosos maus burocratas que se escondem atrás de indicadores imensuráveis e que jamais teriam a coragem de avaliar quem quer que fosse olhos nos olhos, insistem num paradigma de sociedade completamente derrotado.
Pelo que vou vendo é também é esse modelo de sociedade que está a ser rejeitado na Avenida da Liberdade, e noutros locais do país, por mais de duzentas mil pessoas. Confirma-se esta premonição: "(...)Mais ou menos controversos, estes movimentos são um sinal dos tempos e a qualquer momento um deles pode tornar-se num caso sério para a sociedade.(...)"
Olá Paulo!
ResponderEliminarTambém lá estiveste.
Eu, que estive no Campo Pequeno, senti a tua presença e a de todos quantos no dia-a-dia lutam para que estes dias possam acontecer, a de todos quantos tornam possível não desistir, seguir em frente, a todos quantos tornam a vitória possível apesar das asperezas do caminho...
Aquele abraço
Obrigado Cristina.
ResponderEliminarNão foi mesmo possível.
Aquele abraço tb
Conheço-te o suficiente, Paulo, para saber que não pudeste. Estiveste onde tinhas que estar e também estiveste de outra forma!
ResponderEliminarAquele Abraço!
Obrigado mais uma vez Cristina.
ResponderEliminarAbraço
As melhoras e um beijo grande!!!
ResponderEliminarObrigado Susana. Bjo
ResponderEliminar200 mil caro amigo, estive láe constantei era gente por todo o lado desde a rotunda do marques ao rossio, embebidos pelo espirito dos homens da luta, e pela certeza que como eles dizem " o povo calado será sempre enganado" agir era urgente, e o que vi superou as espectativas até de manisfestantes de outras guerras que também marcaram presença hoje, vi e ouvi dizer-se que nunca se viu nada igual, Portugal vai mudar, e nós somos a chave dessa mudança
ResponderEliminarForça aí, caro Nuno.
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