domingo, 24 de abril de 2011

fiz

 


 


Quem decide pela edificação de uma obra pública, toma a decisão através de um financiamento que não é seu, que normalmente requer um empréstimo ao exterior e que em muitos casos obedece a uma contratualização com interesses privados. É, portanto, qualquer coisa de descomunal conjugar a realização na primeira pessoa do singular e mais ainda se se provar a existência de promiscuidade com os interesses individuais.


 


Impressiona-me há muito o modo de ser que institui para os vindouros as despesas do presente.


 


Dito isto, temos uma breve explicação para a situação que vivemos e que o dia que amanhã comemoramos não merecia.

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