Quem decide pela edificação de uma obra pública, toma a decisão através de um financiamento que não é seu, que normalmente requer um empréstimo ao exterior e que em muitos casos obedece a uma contratualização com interesses privados. É, portanto, qualquer coisa de descomunal conjugar a realização na primeira pessoa do singular e mais ainda se se provar a existência de promiscuidade com os interesses individuais.
Impressiona-me há muito o modo de ser que institui para os vindouros as despesas do presente.
Dito isto, temos uma breve explicação para a situação que vivemos e que o dia que amanhã comemoramos não merecia.
Sem comentários:
Enviar um comentário