Concordo com o Paulo Guinote. Provas de aferição apenas a português e a matemática? Há 50 anos é que bastava ler, escrever e contar. Era bom fazer-se uma prova de aferição de língua inglesa no final do primeiro ciclo, por exemplo.
Também concordo mas faço uma ressalva. Estas provas têm de ser provas a sério e não provas a brincar, tão a brincar que os meus alunos se riem quando fazem o exame intermédio de Inglês no 9º Ano.
Mas não só isto. É preciso qualidade nas provas também que é para não acontecer como aconteceu há uns anos num exame nacional de 12º Ano de Inglês em que nem eu consegui perceber o que a pergunta queria. O mais engraçado foi quando dei a prova a colegas Americanos e Ingleses e eles ficaram a olhar para aquilo com o mesmo ar de perplexidade que eu.
Exames, provas de aferição sim, com certeza, mas com qualidade e feitos por quem realmente sabe o que está a fazer. É que não se pode exigir aos alunos aquilo que não se exige a quem os está a ensinar.
Também concordo mas faço uma ressalva. Estas provas têm de ser provas a sério e não provas a brincar, tão a brincar que os meus alunos se riem quando fazem o exame intermédio de Inglês no 9º Ano.
ResponderEliminarMas não só isto. É preciso qualidade nas provas também que é para não acontecer como aconteceu há uns anos num exame nacional de 12º Ano de Inglês em que nem eu consegui perceber o que a pergunta queria. O mais engraçado foi quando dei a prova a colegas Americanos e Ingleses e eles ficaram a olhar para aquilo com o mesmo ar de perplexidade que eu.
Exames, provas de aferição sim, com certeza, mas com qualidade e feitos por quem realmente sabe o que está a fazer. É que não se pode exigir aos alunos aquilo que não se exige a quem os está a ensinar.