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quinta-feira, 2 de maio de 2019

Das Provas de Aferição

 


 


 


É no nível macro que se decide a calendarização das provas nacionais. É também nesse nível que se decide os anos de escolaridade e as disciplinas em que se aplicam provas de aferição ou finais. Haverá concordâncias e discordâncias nos níveis meso e micro. Contudo, exige-se o mais elementar profissionalismo em todas as circunstâncias e em associação com a implementação de procedimentos adaptados à sociedade da informação e do conhecimento.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

para além das provas e do inferno da medição

 


 


 


A aula terminou. Uma das tarefas, a estação de salto em altura, ficou organizada para a aula seguinte. Os alunos que usavam o meu Ipad (wi-fi desligado) para o registo de imagens (úteis como informação de retorno imediato na análise do salto e que apago de seguida) e de outros dados de organização de uma competição, concluíam procedimentos. Um aluno colocou uma bola de rítmica no chão a uns 5 metros da fasquia e disse-me que a derrubaria com um remate de futebol. Repetiu a acção 3 vezes e em todas atingiu o objectivo. Os alunos do Ipad registaram as imagens da terceira numa sequência esclarecedora e inesquecível.


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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Provas de aferição das crianças a abrir telejornais?!

 


 


 


Só numa sociedade doente, e que se ausenta da educação, é que as provas de aferição (como acontecia com as provas finais) das crianças abrem telejornais e fazem primeiras páginas. E não é apenas a mediatização dos resultados que nos caracteriza como uma sociedade desinformada. O que mais entristece é a "impossibilidade" de estabilizar calendários, universos a testar e finalidade das provas. Se o fizéssemos, cresceríamos como sociedade e não fazíamos tão má figura.


 


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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Um momento de humor

 


 


 


Encontrei algumas vezes discursos do género do que pode ler a seguir. São sempre momentos bem humorados.


Deixo o link, aqui, e copio e colo a versão.


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"O Ministério da Educação, finalmente, e possivelmente sem a opinião do Conselho Nacional da Educação, que não está nada virado para a cinesiologia, a ciência que estuda o movimento, e não a educação do movimento – o que são coisas diferentes, mas complementares, já que só é possível “educar” um movimento depois de perceber como é que ele funciona, como poderá ter melhor aproveitamento, qual a sua função, limitações, recuperação de lesões, etc., etc. –, compreendeu a questão.


Mas o ensino aplicado da estrutura morfológica (esqueleto) de um ser humano pode resumir-se ao estudo de um conjunto de alavancas, interpotentes ou de velocidade, interresistentes ou de força, e interfixas ou de equilíbrio. Só que elas são movidas através dos músculos, cujo movimento começa ao nível da célula, com a troca de iões de potássio (K) e de sódio (Na), de dentro para fora, e vice-versa, da membrana celular, que dá origem ao influxo nervoso que, por sua vez, provoca o movimento, ou seja, a deslocação de um segmento corpóreo.


Mas também é necessário que a energia a utilizar através do glicogénio (fígado) seja a necessária sob o ponto de vista metabólico, que pode chegar a 1 020 000 kgm/24 horas, ou seja, grosso modo, dá para elevar 1000 kg a 1000 metros de altura (nível do solo). Por outro lado, a estrutura orgânica, por razões óbvias, terá de estar em interação com a estrutura percetivo-cinética (sistema nervoso), de onde emanam as “ordens” que controlam os vários comportamentos motores: o voluntário, dependente do córtex; o automático, de origem talâmica (tálamo), que através da repetição 1000 vezes de um movimento voluntário atinge o estereótipo motor-dinâmico, ou seja, o movimento perfeito e económico; e, por último, o movimento reflexo, dependente do bulbo, ou medula alongada.


Mas é através do arco reflexo, depois da perceção de uma excitação cutânea, na placa sensível, com a sua condução aferente (centrípeta), com a integração, interpretação e elaboração de resposta, que é enviada pelas vias eferentes (centrífuga) para a placa motriz, que se produz a reação que dá origem ao movimento num tempo que não pode, nem deve, ser nem muito rápido nem muito lento, o que nos garante a normalidade do gesto motriz e do organismo no seu todo, ou seja: estímulo tátil-gnósico (ao nível da pele), 0,09” (centésimos de segundo); ao nível do ouvido (audição), 0,12”; ao nível da vista (visão ocular), 0,15” – significando isto que a vista é, de todos os órgãos, o que reage de forma mais lenta aos estímulos.


Convém ainda acrescentar que pela integração humana são responsáveis o sistema nervoso, o sistema hormonal e o sistema humoral.


Ora, o Ministério da Educação percebeu agora, finalmente, graças a um ministro diferente da maioria dos políticos, ou seja, que alia à competência e inteligência a coragem e a pressa, porque sabe que tudo isto tem ciclos e é necessário aproveitá-los, caso contrário, perdem-se gerações por ignorância e inação.


A segunda infância, como é sabido, vai até aos seis/sete anos, e a terceira infância irá até à adolescência – 11/12 anos –, e é neste espaço de tempo que temos de atuar para aplicar as atividades indiferenciadas, com movimentos espontâneos e produto da imaginação das crianças, no início da 2ª Infância ( dois anos e meio), com os “brinquedos cantados”, com expressão mímica naquela atividade denominada sincrética, depois na atividade analítica, que encontra a sua expressão no movimento artificial (construído), consubstanciado na ginástica, para terminar com movimentos naturais de gestos desportivos que podemos encontrar em todos os desportos e que apelidamos de atividade sintética.


O Ministério da Educação o que quer é operar uma viragem de 180 graus no ensino e prática da expressão físico-motora (cinesiologia) e na preparação e aproveitamento dos licenciados em Motricidade Humana (por agora), já que o nome de educação física está ultrapassado, e à luz do gestaltismo é, de facto, uma estupidez, com a ajuda decisiva do Instituto de Avaliação Educativa, tendo ainda em vista ajudar o Ministério da Saúde, com menos baixas médicas no futuro, mais camas disponíveis com os mesmos hospitais, menos mortes por acidentes vasculares cerebrais, menos gastos em remédios, e também poder ajudar o Ministério da Defesa, com jovens mais aptos para o serviço militar, e ainda a Segurança Social, com uma longevidade maior da população portuguesa.


E assim o Ministério da Educação toma o lugar dianteiro neste governo, que poderá certamente contribuir para a nossa felicidade nacional bruta, como disse Tinbergen, em oposição ao produto nacional bruto.


Parabéns ao Ministério da Educação, agora só falta o resto...


 


Sociólogo"



 

quarta-feira, 26 de abril de 2017

isto mais parece um frenocómio

 


 


 


E o leitor interrogará: Frenocómio? Já lá vou, não desista. Primeiro, convém esclarecer: há mais de uma década que vou somando episódios para esta conclusão. Mas depois de ler umas coisas sobre o estado geral das escolas, sobre as provas de aferição para os petizes, sobre a hiperburocracia e sobre o estado da gestão das escolas, não me permitia outro entendimento. E qual é então o significado de manicómio? É fenocómio, hospital para internamento de doentes mentais ou hospital psiquiátrico, com todo o respeito por estes lugares.

terça-feira, 22 de maio de 2012

da blogosfera - ad duo

 


 


 


 


 


Depois das agendas das reuniões e da imposição do respeito pela graduação profissional dos professores, o MEC volta a ter de despachar para regular a relação entre os professores e alguns órgãos de direcção. São estas coisas que nos devem envergonhar.


 


 


Provas de aferição: Dispenas de serviço para supervisores e codificadores


 


O GAVE divulgou o despacho do SEEAE em que determina a dispensa de serviço para supervisores e codificadores das provas de aferição 2012.


A dispensa consubstancia o serviço da componente não letiva de estabelecimento e à participação nas reuniões do GAVE, em Lisboa e Porto e nas Unidades de Aferição.

 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

sinais

 


 


 


E o miúdo, dos seus 10 anos, tirou o terço e rezou enquanto a professora distribuía a prova de aferição de Língua Portuguesa, do 4º ano, realizada, numa escola portuguesa, no dia 9 de Maio de 2012.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

variáveis

 



 


 


 


Parte da metodologia estava definida. Tratava-se de aferir a correlação entre a variável dependente "altura de adolescentes com 12 anos" e a variável independente "consumo diário de leite".


 


Os investigadores socorreram-se de dois especialistas do MEC em provas de aferição. Na primeira reunião, um dos especialistas foi peremptório: de acordo com a nossa vasta experiência, e para a obtenção da variável dependente "altura de adolescentes com 12 anos", colocam-se os jovens mais pequenos em cima de cadeiras com 20,938 centímetros de altura.


 


(Rescrito. 2ª edição)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

da blogosfera - a educação do meu umbigo

 


 


Contra a corrente.


 


Concordo com o Paulo Guinote. Provas de aferição apenas a português e a matemática? Há 50 anos é que bastava ler, escrever e contar. Era bom fazer-se uma prova de aferição de língua inglesa no final do primeiro ciclo, por exemplo.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

aferições lusitanas

 



 


 


Parte da metodologia estava definida. Tratava-se de aferir a correlação entre a variável dependente "altura de adolescentes com 12 anos" e a variável independente "consumo diário de leite".


 


Os investigadores socorreram-se de dois especialistas do ME português em provas de aferição. Na primeira reunião, um dos especialistas foi peremptório: de acordo com a nossa vasta experiência, e para a obtenção da variável dependente "altura de adolescentes com 12 anos", colocam-se os jovens mais pequenos em cima de cadeiras com de 20,938 centímetros de altura.