terça-feira, 10 de maio de 2011

escolhas

 


 


 


A luta dos professores vai longa e continua intensa. Estes dois adjectivos associados têm fornecido a muitos professores um conhecimento acentuado de quem se movimenta nas políticas educativas.


 


As legislativas 2011 não fogem da atenção da maioria dos blogues e no domingo notou-se o desencanto com o programa do PSD por parte dos que se assumem de direita. É natural. Tinham expectativas com a vontade de busca da democraticidade perdida por parte de alguém que escreveu o programa do PSD e que tem Passos Coelho a prefaciar e a apresentar um livro seu.


 


Tenho ideia que, e ao contrário do PS, o partido gémeo da bancarrota teve um ligeiro debate interno.


 


Observo com interesse o que vai acontecer ao país e à Educação e não me considero adivinho por acreditar que alguém do bloco central vai continuar a desgovernar, mesmo que sem o meu voto. E sou franco: desgosta-me que a Educação continue entregue a estas políticas.


 


Dito isto, posso afirmar com alguma segurança: quem venceu dentro do PSD afirmará na Educação o que têm de pior as nossas desgraçadas parcerias público-privado, não confia nos professores e tem o cérebro inundado do neoliberalismo que nos desgraçouÉ assim e ponto final. Bem pode o presidente do PSD dizer o contrário, que o que está escrito no programa não deixa margem para dúvidas; e o que não está também.

9 comentários:

  1. não_voto_ps_nem_psd10 de maio de 2011 às 12:31

    e ponto final também...

    ResponderEliminar
  2. Renovo-te os parabéns pela isenção e pelos esclarecimentos que nos fazes. Disseram que este blog lava a alma e não só concordo como repito-o todos os dias. Obrigado e não desistas que o que se aproxima será terrível.

    ResponderEliminar
  3. PSD é apenas uma mistura com mais amarelo.

    ResponderEliminar

  4. Leiam com atenção


    Na conferência da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas/TSF/DN, sobre política fiscal e a União Europeia, o líder do PSD considerou que a medida de aumento dos impostos sobre o consumo “impede um nível de endividamento tão grande” e “estimula a poupança”.

    Mais uma vez, o dirigente social-democrata não especificou quais as taxas que pretende vir a alterar, caso seja Governo. “Não vou entrar em detalhe, se é a electricidade, a cerveja, os sumos. Isso tem de ser visto em sede de Orçamento do Estado”, disse.

    Passos Coelho adiantou que a redução da taxa social única foi estudada pelo Banco de Portugal e que há nove meses que está em análise por um grupo técnico do PSD.

    Face às críticas dos socialistas - que têm acusado o PSD de pretender aumentar o IVA ao reduzirem a taxa social única -, Passos Coelho desafiou a que apresentem outra solução. “Se alguém tem uma solução melhor para aquilo que se chama a desvalorização fiscal interna que o diga, eu não conheço”, afirmou.

    ResponderEliminar
  5. Paulo G. Trilho Prudencio11 de maio de 2011 às 09:58

    Já li Helena. Concordo.

    Beijo tb

    ResponderEliminar