quarta-feira, 1 de junho de 2011

diálogo

 


 


 


Era bom contar. Sim. Contar o número do vezes que o chefe do governo de gestão usou o substantivo diálogo desde 2005 até anteontem e comparar o resultado com uma contagem semelhante feita nos últimos dois dias. E tinha piada associar na conclusão o apelo desesperado ao bloco central a que se tem assistido no segundo período.


 


Posso estar muito enganado, mas a derrota deste PS vai ser muito mais significativa do que aquilo que é indicado pelos números das sondagens. Os que se esconderam atrás da clubite vão ficar muito mal na fotografia. O chefe do governo de gestão, pelo menos na Educação, foi o obstinado de serviço para as ideias de outros. É claro que depois tornou-se no sabe-tudo-que-se-conhece.

2 comentários:

  1. Quando mais precisava da voz.....apagão.....perversidade ou premonição?
    O Jornal das 10, da TV2, durante toda a campanha, fez directos sobre os comícios dos "principais" partidos, ditos do 2arco do poder".Sócrates disse sempre o mesmo, nada!!!!
    Apenas o discurso da vitimização...."se não fosse a oposição, não teriamos tido a "TróiKa".Teríamos o PEC 4, depois o PEC 5, depois o PEC 6, até que a voz lhe doesse.
    PS* Para que não haja dúvidas irei votar PS, malgré ...
    *Post scriptum

    ResponderEliminar
  2. Viva meu caro.

    Não concordo com o teu malgré, mas respeito a tua decisão e essa clarificação.

    Nem consigo interessar-me por quem vença, apenas desejo a derrota de quem está. Nunca fui votar nessa condição. Sei que o meu voto será "esmagado", mas estou de consciência tranquila com o fim deste capítulo trágico. Foi muito duro tudo isto.

    Aquele abraço.

    ResponderEliminar