Era bom contar. Sim. Contar o número do vezes que o chefe do governo de gestão usou o substantivo diálogo desde 2005 até anteontem e comparar o resultado com uma contagem semelhante feita nos últimos dois dias. E tinha piada associar na conclusão o apelo desesperado ao bloco central a que se tem assistido no segundo período.
Posso estar muito enganado, mas a derrota deste PS vai ser muito mais significativa do que aquilo que é indicado pelos números das sondagens. Os que se esconderam atrás da clubite vão ficar muito mal na fotografia. O chefe do governo de gestão, pelo menos na Educação, foi o obstinado de serviço para as ideias de outros. É claro que depois tornou-se no sabe-tudo-que-se-conhece.
Quando mais precisava da voz.....apagão.....perversidade ou premonição?
ResponderEliminarO Jornal das 10, da TV2, durante toda a campanha, fez directos sobre os comícios dos "principais" partidos, ditos do 2arco do poder".Sócrates disse sempre o mesmo, nada!!!!
Apenas o discurso da vitimização...."se não fosse a oposição, não teriamos tido a "TróiKa".Teríamos o PEC 4, depois o PEC 5, depois o PEC 6, até que a voz lhe doesse.
PS* Para que não haja dúvidas irei votar PS, malgré ...
*Post scriptum
Viva meu caro.
ResponderEliminarNão concordo com o teu malgré, mas respeito a tua decisão e essa clarificação.
Nem consigo interessar-me por quem vença, apenas desejo a derrota de quem está. Nunca fui votar nessa condição. Sei que o meu voto será "esmagado", mas estou de consciência tranquila com o fim deste capítulo trágico. Foi muito duro tudo isto.
Aquele abraço.